O Amazonas registrou a abertura de 1.011 empregos com carteira assinada em julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, nessa quarta-feira (27/8). No acumulado do ano, entre janeiro e julho de 2025, o estado acumula 15.593 novos empregos formais.
Em julho, o Amazonas apresentou desempenho positivo em três dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados. O destaque foi o setor de Comércio, que gerou 1.105 novos postos. Na sequência aparecem Serviços (461) e Construção (231). Agropecuária (-22) e Indústria (-764) registraram desempenhos negativos.
MUNICÍPIOS
A capital, Manaus, foi o município amazonense com melhor saldo em julho, com 775 novos postos. A cidade tem hoje um estoque de 515,9 mil empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no estado aparecem Iranduba (171), Presidente Figueiredo (66) e Manacapuru (62).
PERFIL DAS VAGAS
As novas vagas com carteira assinada geradas em julho no Amazonas foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo masculino, responsáveis pelo ingresso em 596 postos, contra 415 vagas ocupadas pelas mulheres. Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas, com 800 postos.
NACIONAL
O Brasil acumulou, nos sete primeiros meses de 2025, mais de 1,34 milhão de novos empregos com carteira assinada. Apenas em julho foram gerados 129.775 postos de trabalho formais e, com isso, o país chegou a 1.347.807 novos vínculos no ano. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é de 1,5 milhão. Os dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) foram divulgados nesta quarta-feira, 27 de agosto, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
ATIVIDADES ECONÔMICAS
O sétimo mês de 2025 apresentou variação positiva nos cinco grandes agrupamentos de atividades econômicas avaliados: Serviços, Comércio, Indústria, Construção e Agropecuária. O saldo foi positivo em 25 das 27 Unidades da Federação. Com os indicadores de julho, o total de vínculos empregatícios formais ativos no país, número conhecido como estoque, chegou a 48,54 milhões, um valor recorde.
SETORES
Entre os grandes grupos econômicos, o maior gerador de postos no acumulado do ano é o setor de Serviços, com 688 mil postos entre janeiro e julho. Em seguida aparecem Indústria (253.422), Construção (177.341), Comércio (119.291) e Agropecuária (109.237). No recorte de julho, o setor de Serviços lidera, com 50.159 novos postos, seguido por Comércio (27.325), Indústria (24.426), Construção (19.066) e Agropecuária (8.795).
POR REGIÕES
No recorte por regiões, o Sudeste lidera a geração de empregos em julho, tendo registrado a abertura de 50.033 postos. Na sequência aparecem o Nordeste (39.038), o Centro-Oeste (21.263), o Sul (11.337) e o Norte (8.128).
POR ESTADOS
São Paulo registra o maior saldo de novas vagas no acumulado do ano, com 390 mil postos. Em seguida aparecem Minas Gerais (152.005) e Paraná (102.309). Levando-se em conta apenas o mês de julho, São Paulo (42.798), Mato Grosso (9.540) e Bahia (9.436) foram os três estados com maior saldo. Com base na variação relativa, que observa o tamanho proporcional dos mercados de trabalho de cada estado, os destaques de julho foram Mato Grosso (+0,97%), Piauí (+0,80%) e Amapá (+0,79%).