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Arthur Virgílio faz balanço da gestão e defende a Zona Franca na Fieam

O prefeito Arthur Virgílio Neto, realizou um detalhado balanço de sua gestão e novamente defendeu a Zona Franca de Manaus, ao cobrar mais implementos que possam fortalecer o Polo Industrial de Manaus, e garantir sua existência, durante sua participação na 4ª Reunião Ordinária da Diretoria da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam). O evento que aconteceu, na sede do órgão, nesta quinta-feira, 21/3, à noite, localizada na avenida Joaquim Nabuco, Centro, reuniu o empresariado local, vereadores, representantes do executivo municipal e membros da sociedade civil.

Ao mostrar realizações, obras, ações, programas e projetos de sua gestão, o prefeito destacou que nada do que foi apresentado seria possível se não tivesse trabalhado duramente para recuperar a saúde financeira de Manaus, que a coloca entre a capital de maior equilíbrio fiscal do país, segundo a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Segundo Arthur Virgílio, a cidade está mudando ao se tornar a capital do LED, ao deixar para trás o problema de abastecimento de água, ao dar um salto no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e ao melhorar sua infraestrutura. Na ocasião, ele revelou que a prefeitura se prepara par fazer um grande pacote de obras ainda em 2019.

“É muito salutar vir até aqui a Fieam conversar e ouvir os empresários, além de dar um retrato da solidez fiscal do nosso governo, do que já fizemos, dos projetos que temos para executar no próximo verão, e mais, não podemos deixar de falar na Zona Franca de Manaus. Já vivemos muitas crises, que foram superadas com alguns arranhões, mas   desta vez temos riscos muito reais para a competitividades das empresas aqui instaladas e se não agirmos com presteza e precisão, podemos perder empresas e empregos”, observou Arthur.  

Reconhecido como o maior defensor da Zona Franca de Manaus, após 20 anos dedicados à defesa do Amazonas, em Brasília, fosse como deputado federal, senador ou ministro, o prefeito Arthur Neto defendeu a necessidade do fortalecimento do modelo, garantindo sua existência pela importância que representa para Manaus, para a floresta Amazônica e para o Brasil.

“É preciso que se entenda a importância da Zona Franca de Manaus pela sua potencialidade econômica não só para Manaus, mas para o país, por sua importância de manter a floresta de pé e por tudo que representa para a capital da Amazônia. O Brasil precisa ser nosso parceiro até para evitar que outros sejam nossos donos no futuro”, pontuou.

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