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Comandante é detido após naufrágio de lancha no Encontro das Águas

Até o momento, autoridades confirmaram duas mortes e 70 vítimas resgatadas com vida. Sete pessoas ainda estão desaparecidas

Pedro José da Silva Gama foi conduzido para prestar esclarecimentos sobre as circunstâncias do naufrágio - Foto: Reprodução

O comandante identificado como Pedro José da Silva Gama foi conduzido ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP) após o naufrágio da embarcação Lima de Abreu XV, nessa sexta-feira (13/1), nas proximidades do Encontro das Águas. Até o momento, autoridades confirmaram duas mortes e 70 vítimas resgatadas com vida.

Ele foi encaminhado inicialmente ao 1º DIP e, em seguida, para Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde prestou esclarecimentos sobre as circunstâncias do naufrágio. O comandante chegou a ser hostilizado por familiares de sobreviventes do naufrágio que pediam por Justiça.

A embarcação havia saído de Manaus com destino ao município de Nova Olinda do Norte. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram os passageiros no meio do rio com coletes salva-vidas jogados por tripulantes e passageiros de outras embarcações que passavam pelo local.

Vítimas
Uma lista como os nomes dos passageiros começou a circular nas redes sociais após o incidente. Conforme a relação, a embarcação tinha 67 passageiros, quatro tripulantes e sete pessoas estão desaparecidas.

Posicionamentos
O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) mobilizou 25 bombeiros, três lanchas e oito viaturas para o resgate, contando também com o apoio de uma lancha da Polícia Militar e de uma ambulância do Samu. As operações de salvamento ainda estão em andamento, e mais informações sobre vítimas e feridos serão divulgadas assim que o atendimento for concluído.

A empresa Lima de Abreu Navegações, responsável pela lancha, divulgou nota lamentando o acidente e informando que a embarcação estava com a documentação regular e em conformidade com as normas de navegação. Segundo a companhia, há total colaboração com as autoridades e apoio às vítimas e familiares.

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, também atua no local, com equipe de resgate e aeronave sobrevoando a área. As operações incluem fiscalização das normas de navegação e garantias de segurança aos passageiros. Até o momento, não há confirmação oficial sobre as causas do naufrágio, e as investigações permanecem em andamento.

Saiba mais:

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