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David Almeida reage a vídeo de encontro esvaziado e acusa adversários de manipulação

Imagens mostram o ex-prefeito falando diante de cadeiras vazias na BR-174; aliados afirmam que parada não fazia parte da agenda e dizem que perfis serão acionados na Justiça

A assessoria de David Almeida informou que a equipe jurídica monitora os perfis responsáveis pela divulgação das imagens e avalia medidas judiciais - Foto: Divulgação

Um vídeo em que o ex-prefeito de Manaus David Almeida (Avante) aparece falando para poucas pessoas, diante de várias cadeiras vazias, abriu uma nova disputa nas redes sociais durante a pré-campanha ao Governo do Amazonas.

As imagens, divulgadas por páginas e alguns portais no fim de semana, foram gravadas no quilômetro 41 da BR-174. Aliados de David afirmam, porém, que o encontro não era um evento político previamente organizado, mas uma parada improvisada após uma visita da comitiva a uma indústria da região.

Segundo o vereador Eduardo Alfaia, que aparece ao lado do ex-prefeito, moradores reconheceram David e pediram que ele parasse para tirar fotografias. Um líder comunitário teria retirado uma caixa de som de um salão e convidado o político a falar aos presentes.

“Os moradores gostam do David porque ele reformou a escola da comunidade, está reformando a Unidade Básica de Saúde e levou asfalto às ruas”, declarou Alfaia.

O vereador acusou adversários políticos de financiar páginas para desgastar a imagem do grupo. Ele também argumentou que a quantidade de pessoas no local não deveria ser usada para medir a recepção ao ex-prefeito.

“Não importa a quantidade de público se há cidadãos para escutar”, afirmou.

Alfaia aproveitou a reação ao vídeo para desafiar opositores a visitarem a região e voltou a cobrar a conclusão das obras da AM-010, entre Manaus e Itacoatiara. Também citou problemas enfrentados por moradores do Pau Rosa e do Ramal da Cooperativa.

Tema jurídico

A assessoria de David Almeida informou que a equipe jurídica monitora os perfis responsáveis pela divulgação das imagens e avalia medidas judiciais. O grupo classifica como mentirosa a interpretação de que o vídeo mostraria o fracasso de uma reunião política.

Não foram apresentados, até a publicação da versão original, documentos, registros da agenda ou imagens mais amplas que permitam confirmar de forma independente se o encontro havia sido programado ou se ocorreu de maneira improvisada.

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