A FPFtech aproximou estudantes de tecnologias que já estão transformando profissões e criando novas possibilidades de carreira durante a Feira Norte do Estudante 2026, realizada entre os dias 23 e 25 de setembro, no Manaus Plaza Centro de Convenções. Ao longo dos três dias, a instituição reuniu experiências com robótica, inteligência artificial e realidade virtual, além de uma programação voltada à educação, carreira e às transformações do mercado de trabalho.
Com o conceito “Quem é você no futuro?”, o Educacional FPFtech apresentou aos visitantes diferentes caminhos de formação na área de tecnologia. No estande, estudantes e educadores puderam conhecer os cursos, conversar com a equipe e ter contato com algumas das tecnologias desenvolvidas e pesquisadas no ecossistema da instituição.
Um dos destaques foi o humanoide Unitree G1, plataforma utilizada pela FPFtech em pesquisas que envolvem inteligência artificial, robótica, visão computacional, sensores e aprendizado por imitação. A presença do robô despertou a curiosidade do público e ajudou a aproximar os estudantes de tecnologias que, além de chamarem atenção pelo caráter inovador, representam novas frentes de pesquisa e desenvolvimento.
A participação do Educacional FPFtech também chegou às salas de palestras. No primeiro dia da feira, Nancy Claudiano Cavalcante, diretora da área Educacional da instituição, participou da mesa-redonda “A sua profissão não existe… ainda”, que discutiu como a evolução tecnológica vem transformando o mercado de trabalho e contribuindo para o surgimento de novas possibilidades profissionais.
“A tecnologia avança e, com ela, novas profissões vão sendo construídas. Estamos vivendo uma transformação muito forte impulsionada pela inteligência artificial, que já modifica a forma como trabalhamos em praticamente todas as áreas”, destacou Nancy.
Também no dia 23, Francisco Lima, Analista de Sistemas da FPFtech, conduziu a atividade “VR Target Challenge: Criando um Mini Game em Realidade Virtual com Unity”, proporcionando aos participantes uma experiência prática sobre o desenvolvimento de aplicações em realidade virtual e demonstrando como tecnologias imersivas podem ser utilizadas na criação de novas soluções.
Formação conectada à prática
Para os estudantes que passaram pelo estande, a oportunidade de conhecer um ambiente que reúne educação, pesquisa e tecnologia ajudou a ampliar a percepção sobre as possibilidades de formação e atuação profissional.
Gustavo de Freitas, estudante que visitou o espaço, destacou a integração entre teoria e prática como um dos diferenciais percebidos durante a feira.
“Encontrei um ambiente muito integrado, em que a teoria está conectada à prática. É um espaço imersivo, com profissionais que atuam na área e também ensinam, dentro de um parque tecnológico que reúne diferentes possibilidades na área de tecnologia”, afirmou.
Essa integração faz parte da proposta do Educacional FPFtech. No Ensino Médio Técnico, por exemplo, os estudantes têm contato com conteúdos relacionados a Projeto de Vida e Carreira, empreendedorismo, desenvolvimento de projetos e atividades voltadas ao estímulo da autonomia, criatividade e trabalho em equipe.
A formação também inclui experiências nas quais os próprios estudantes desenvolvem e apresentam projetos relacionados a desafios reais em áreas como indústria, saúde, ESG, inclusão, segurança e desenvolvimento de software, fortalecendo a conexão entre conhecimento, experimentação e aplicação prática.
O Educacional está inserido no ecossistema de tecnologia e inovação da FPFtech, que reúne educação, pesquisa aplicada, empreendedorismo, empresas, laboratórios e projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Essa proximidade permite aos estudantes conviver com profissionais, pesquisadores e tecnologias que fazem parte das transformações em curso no mercado.
Ao participar da Feira Norte do Estudante, a FPFtech buscou mostrar que tecnologias avançadas, pesquisa e inovação também podem fazer parte da trajetória profissional de jovens que estão construindo seu futuro a partir da Amazônia.
Mais do que apresentar possibilidades de formação, a participação reforçou a proposta de estimular nos estudantes a curiosidade, a experimentação e o protagonismo diante de um mercado de trabalho cada vez mais impactado pela tecnologia.