A Fundação Desembargador Paulo Feitoza (FPFtech) foi certificada pelo Great Place to Work (GPTW), reconhecimento concedido a organizações que se destacam pela qualidade do ambiente corporativo a partir da percepção dos próprios colaboradores. Com mais de 450 profissionais distribuídos entre as áreas de tecnologia, educação e apoio a startups, a fundação passa a integrar o grupo de instituições avaliadas com base em critérios como confiança, respeito, orgulho de pertencer e qualidade das relações internas.
A certificação é resultado de uma pesquisa aplicada diretamente com os colaboradores, que avalia aspectos da cultura organizacional e da experiência no ambiente de trabalho. Na FPFtech, os indicadores mais elevados ficaram concentrados em temas como interação entre equipes, incentivo à inovação e fortalecimento da cultura interna.
“Os colaboradores engajaram e participaram, e nós conquistamos este selo. A partir das respostas que eles proporcionaram, vamos criar ações para que eles também entendam a diferença que faz a participação deles nesse processo”, afirma a gestora de pessoas da fundação, Ana Ferreira. Segundo ela, o resultado funciona como um termômetro interno. “Ter este selo é importante para que a gente entenda que está no caminho certo. Temos ajustes, temos melhorias, mas temos uma cultura forte, uma cultura engajada”, salienta.
Ana destaca ainda que um dos diferenciais apontados pelos colaboradores está na abertura para inovação. “A flexibilidade que a FPFtech proporciona para que todos possam contribuir, experimentar e inovar aparece muito forte. É gratificante ver, através das respostas, o quanto eles entendem o diferencial que a gente faz na vida de todos”, completa.
A percepção de um ambiente acolhedor e centrado nas pessoas aparece de forma recorrente entre colaboradores com diferentes trajetórias dentro da instituição. Com 13 anos de atuação, a gestora de controladoria Neise Mota relata que encontrou na FPFtech um espaço de valorização contínua.
“Aqui é um lugar que valoriza o ser humano, que valoriza a qualidade de vida. Eu me sinto respeitada, acolhida, amada. Isso faz com que eu queira produzir e oferecer o melhor”, pontua. Segundo ela, a conexão com a instituição começou ainda no processo seletivo. “Quando eu entrei para a entrevista, eu disse: ‘eu quero ficar aqui’. Aquela percepção que eu tive na primeira vez continua até hoje”, recorda.
Neise também relaciona o reconhecimento à estratégia da fundação em manter o foco nas pessoas mesmo diante das transformações tecnológicas. “No meio de uma era de tecnologia e inteligência artificial, em que se comenta que máquinas podem substituir pessoas, nós estamos aqui investindo em pessoas, acreditando que ainda teremos uma grande quantidade de profissionais agregados”, reflete a profissional.
Compartilhar conhecimento
Entre os colaboradores com menos tempo de casa, o ambiente de aprendizado e colaboração aparece como fator determinante na evolução profissional. O desenvolvedor de software Leandro Oliveira Negreiros, há quase cinco anos na instituição, destaca o papel das equipes nesse processo.
“Uma das coisas que me motiva são as pessoas. Trabalhamos com profissionais incríveis, que compartilham experiências e ajudam na nossa evolução. Internamente, a cultura organizacional estimula o acúmulo e a disseminação de conhecimento e com o tempo, você tem a oportunidade de transmitir isso para outras pessoas”, analisa.
Além da atuação em projetos de tecnologia, Leandro passou a lecionar na área educacional da fundação. “Hoje eu ensino em cursos técnicos e isso abriu um leque de oportunidades. É gratificante ver nos olhos de uma pessoa quando você ensina os primeiros passos na programação”, observa Leandro.
O reconhecimento profissional também aparece em momentos de confiança dentro das equipes. “Teve um momento em que um colega precisou se afastar por um problema de saúde e, mesmo eu estando no início da carreira, confiaram em mim para continuar o trabalho. Foi quando eu senti que era importante para o time”, recorda.
Crescimento institucional
Com 25 anos de atuação na instituição, a gestora de P&D Francisca Costa acompanha de perto a evolução da FPFtech e a consolidação de sua cultura organizacional. “Aqui é o meu segundo lar. Foi onde eu comecei, aprendi e me desenvolvi”, pondera.
A gestora de P&D destaca que o crescimento da fundação ao longo dos anos reforça o sentimento de pertencimento. “Cada conquista é uma felicidade, porque eu faço parte. Ver a área educacional se tornar realidade, com escola e faculdade, é a concretização de um sonho que acompanhei ao longo da minha trajetória”, celebra.
Para o CEO da FPFtech, Luís Braga, a certificação do GPTW reforça o alinhamento entre inovação tecnológica e valorização humana. “A fundação trabalha com robótica, inteligência artificial, mas não pode esquecer quem dá sentido a tudo isso, que são as pessoas”, frisa o CEO. Segundo Braga, o selo é um reflexo direto das práticas adotadas internamente e “somente instituições que valorizam as pessoas, que cuidam das pessoas, que têm iniciativas em prol das pessoas e tratam todos como iguais conseguem essa certificação”.
Com a certificação do Great Place to Work, a FPFtech passa a integrar um grupo de organizações avaliadas a partir de metodologia própria, baseada principalmente na pesquisa de clima aplicada aos colaboradores e na análise das práticas de gestão de pessoas. O processo considera indicadores como confiança na liderança, credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho de pertencer e qualidade das relações no ambiente de trabalho, além de aspectos ligados à diversidade, inclusão e desenvolvimento profissional. A pontuação obtida nessas dimensões é o que define a certificação e a elegibilidade para rankings nacionais e setoriais da consultoria.
FPFtech conquista selo 'Great Place to Work'
Certificação internacional reconhece ambiente de trabalho da fundação, que reúne mais de 450 colaboradores