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Influenciadores que vendiam rifa em Manaus agora são oficialmente réus

Eles ofereciam rifas de carros, motos e dinheiro em espécie nas redes sociais, mas na hora do sorteio quem vencia era um amigo que devolvia os objetos e dividia o dinheiro

A Polícia Civil indicou que além de Lucas Picolé e Mano Queixo, atuava no esquema Isabely Aurora
A Polícia Civil indicou que além de Lucas Picolé e Mano Queixo, atuava no esquema Isabely Aurora

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) formalizou junto à Justiça a denúncia contra oito pessoas que se passavam por influenciadores digitais mas usavam suas redes sociais para enganar seguidores com rifas fraudulentas. Segundo a denúncia, João Lucas da Silva Alves, o “Lucas Picolé”, e Enzo Felipe da Silva Oliveira, o “Mano Queixo” eram “os líderes de uma organização criminosa e os responsáveis por promover as rifas com prêmios mais vultosos, incluindo carros, motocicletas e motos aquáticas”. A matéria é do Portal Único.

A denúncia feita pelo promotor de Justiça Carlos Fábio Braga Monteiro aponta também que “outros dois eram os responsáveis por receber o valor arrecadado com as rifas realizadas. Uma quinta pessoa cedia sua conta bancária e outra atuava na lavagem de dinheiro. Outra dupla permitia o uso de seus dados para compra de veículos”.

O MPAM não divulga nomes, mas durante a investigação, a Polícia Civil indicou que além de Lucas Picolé e Mano Queixo, atuavam no esquema Isabely Aurora, Aynara Ramilly, Flávia Ketlen Matos da Silva, Marcus Vinícius Alves Maquiné, Paulo Victor Monteiro Bastos (ex-marido de Isabely) e Isabela Simplício (mãe de Isabely).

Eles vão responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro, estelionato e sonegação fiscal.

Como era o esquema

Segundo a polícia, os influenciadores levavam uma vida de luxo e exposição nas redes sociais, acumulando milhares de seguidores e chegaram a movimentar mais de R$ 5 milhões em apenas um ano.

Eles ofereciam rifas de carros, motos e dinheiro em espécie nas redes sociais, mas na hora do sorteio quem vencia era um amigo que devolvia os objetos e dividia o dinheiro com os fraudadores.

O dinheiro ela lavado em lojas de roupas (falsificadas) ou outras atividades comerciais ddos próprios acusados.

Fonte: Portal Único

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