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Justiça revoga prisão de empresário investigado por matar ex-funcionário em Manaus

Decisão substitui a prisão de Celso Tavares por uma série de medidas cautelares que deverão ser cumpridas pelo investigado

Fotos: Reprodução

A Justiça do Amazonas revogou a prisão temporária do empresário Celso Tavares, de 56 anos, investigado por suspeita de envolvimento na morte do ex-funcionário venezuelano Jarvis Javier Rodrigues, de 29 anos, assassinado no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus. A decisão substitui a prisão por uma série de medidas cautelares que deverão ser cumpridas pelo investigado. As informações são do G1.

Na decisão, o juiz determinou que Celso se apresente à Justiça em até 48 horas para informar e comprovar endereço, telefones e demais meios de contato. Ele também deverá comparecer a todos os atos investigativos e processuais para os quais for intimado.

Além disso, o empresário está proibido de manter contato, por qualquer meio, com testemunhas, familiares da vítima e demais pessoas indicadas pela Polícia Civil como fontes de prova. Também não poderá deixar a comarca de Manaus por período superior a oito dias sem autorização judicial. Na decisão, o magistrado entendeu que não há necessidade de monitoramento eletrônico.

Outra medida imposta é a entrega de eventual passaporte à Justiça em até 48 horas, ficando proibido de sair do país sem autorização judicial. O investigado ainda deverá comparecer mensalmente em juízo para informar e justificar suas atividades e comunicar previamente qualquer mudança de endereço ou telefone.

Relembre o caso
Celso Tavares é apontado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) como principal suspeito de envolvimento na morte de Jarvis Javier Rodrigues, ocorrida no dia 18 de julho, no bairro Tarumã.

Segundo a polícia, Celso acusava Jarvis de desviar R$ 400 mil de sua empresa de fitas adesivas. De acordo com o delegado Ricardo Cunha, titular da DEHS, o empresário entrou em luta corporal com a vítima e efetuou um disparo que atingiu o olho de Jarvis.

A polícia identificou os suspeitos por imagens de câmeras de monitoramento, que mostram os investigados chegando à casa de Jarvis, onde o crime aconteceu no dia 18 deste mês, localizada no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus.

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