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Manaus deve enfrentar cheia leve a moderada em 2025, aponta SGB

Segundo os pesquisadores do SGB, para Manaus, a probabilidade de que o Rio Negro venha atingir a cota de inundação na capital (27,50 m) é de 98%

Alerta de cheia foi divulgado na última sexta-feira 

Manaus deve enfrentar, em 2025, uma cheia leve a moderada, dentro da normalidade, de acordo com o 1º Alerta de Cheias da Bacia do Amazonas, divulgado nesta sexta-feira (28) pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB).

Segundo a análise hidrológica e climática, espera-se um cenário de chuvas dentro da média histórica. Apesar da elevação do nível dos rios, não se espera um aumento significativo que cause grandes inundações na capital amazonense.

A previsão é que o rio Negro atinja um valor de aproximadamente 28,68 metros (m), com um intervalo provável variando entre 27,93 m e 29,43 m. A probabilidade de que o rio venha atingir a cota de inundação (de 27,50 m) é de 98,0%. Para a cota de inundação severa (29,00 m) essa probabilidade é de 30,0%, e para a cota máxima (30,02 m, em 2021) é de 1,0%.

Rio Solimões e AmazonasA previsão para Manacapuru é que o rio Solimões atinja um valor de aproximadamente 19,47 m, com um intervalo provável de 18,66 a 20,29 m (considerando 80% de intervalo de confiança). Segundo o modelo utilizado, a probabilidade de que o rio venha atingir a cota de inundação em Manacapuru (de 18,20 m) é de 98,0% e para a cota de inundação severa (19,60m) essa probabilidade é de 42,0%.

Para Itacoatiara, a primeira previsão é que o rio Amazonas atinja um valor aproximado de 14,33 m, com um intervalo provável variando entre 13,67 e 14,98 m (considerando 80% de intervalo de confiança). Segundo o modelo utilizado, a probabilidade de que o rio venha atingir a cota de inundação (de 14,00 m) é de 76%, já a probabilidade de atingir cota de inundação severa (14,20 m) é de 61,0% e de 3,0% a probabilidade de superar a cota máxima (15,20 m em 2021) em Itacoatiara.Situação de alerta Atualmente, 23 municípios estão em situação de alerta, por conta da situação da população. Entre eles, Guajará, Humaitá e Boca do Acre.

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