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Médica aposta em anestesia extra-hospitalar e leva modelo inovador a clínicas de Manaus

Anestesia extra-hospitalar é a sedação feita fora do centro cirúrgico, em clínicas e consultórios preparados; em Manaus, Thatiana Alcantara aposta no modelo com foco em segurança e atendimento personalizado.

Thatiana está à frente da Segura Anestesia, empresa voltada ao atendimento anestésico fora do centro cirúrgico hospitalar - Fotos: Redes sociais e Sergio Mourão/Em Visão

A realização de procedimentos médicos e odontológicos fora do ambiente hospitalar tem ampliado a demanda por anestesia extra-hospitalar em Manaus. Nesse cenário, a anestesiologista Dra. Thatiana Alcantara  vem ganhando destaque ao levar sedação endovenosa para clínicas e consultórios da capital amazonense.

Formada em Medicina pela Universidade Federal do Amazonas, com residência em Anestesiologia pela FHAJ/UEA e título pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia, Thatiana está à frente da Segura Anestesia, empresa voltada ao atendimento anestésico fora do centro cirúrgico hospitalar. A trajetória da médica foi destacada em entrevista publicada pela revista Em Visão.  

“Com a pandemia, houve um aumento muito grande da demanda por procedimentos fora do ambiente hospitalar. A Segura nasceu para levar conforto, segurança e qualidade a esses pacientes, com estrutura e protocolos adequados”, afirmou Thatiana, em entrevista ao site.

A proposta do modelo é oferecer suporte anestésico para procedimentos realizados em ambientes como clínicas e consultórios, desde que haja estrutura, equipamentos e protocolos adequados. A própria médica afirma que a Segura Anestesia nasceu da necessidade de oferecer conforto, segurança e qualidade em procedimentos fora do ambiente hospitalar, com equipe em expansão e atuação em unidades de referência de Manaus.  

Segundo Thatiana, a procura por esse tipo de serviço cresceu especialmente após a pandemia, quando aumentou a busca por procedimentos resolvidos fora dos hospitais. Para ela, a anestesia extra-hospitalar exige organização, logística, protocolos rigorosos e planejamento para que o atendimento ocorra com segurança.  

A área, no entanto, exige cuidados. Normas do Conselho Federal de Medicina determinam que o anestesista avalie previamente as condições clínicas do paciente e as condições de segurança do ambiente, além de manter vigilância permanente durante o ato anestésico. As regras também tratam de equipamentos, monitorização, documentação e suporte para recuperação pós-anestésica.  

“A anestesia é um momento em que o paciente entrega o controle do próprio corpo ao médico. Por isso, a confiança, o acolhimento e a atenção individual fazem toda a diferença”, disse a anestesiologista.

Antes de se dedicar à medicina privada, Thatiana construiu uma trajetória ligada ao serviço público e à assistência hospitalar. Ela trabalhou em plantões em hospitais públicos do Amazonas, atuou por quase dez anos no serviço de anestesia do HUGV/UFAM e também ajudou a estruturar protocolos em hospital privado de Manaus.  

Além da parte técnica, a anestesiologista defende que o atendimento anestésico precisa considerar o medo e a vulnerabilidade do paciente. Para Thatiana, a relação de confiança entre médico e paciente é decisiva para tornar o procedimento mais tranquilo, especialmente quando há sedação ou perda momentânea de controle das funções do corpo.  

Com a Segura Anestesia, a médica aposta em um nicho ainda em expansão na capital: o da anestesia personalizada fora do hospital, voltada a clínicas que buscam oferecer procedimentos com mais conforto, mas sem abrir mão de protocolos de segurança.

“A maternidade me tornou uma profissional mais humana, mais sensível e mais atenta ao cuidado com o outro”, contou Thatiana ao Em Visão.
A Segura Anestesia nasceu da necessidade de oferecer conforto, segurança e qualidade em procedimentos realizados fora do centro cirúrgico hospitalar

Trajetória destacada pela Em Visão

A anestesiologista Dra. Thatiana Lucia Cintra de Alcantara Vieira concedeu entrevista ao site Em Visão, onde falou sobre sua trajetória profissional, os desafios da anestesia extra-hospitalar e também sobre sua vida pessoal.

Natural de Goiânia, ela contou que chegou a Manaus em 2001 para estudar Medicina na Universidade Federal do Amazonas e acabou construindo na capital amazonense sua carreira, sua família e sua história.

Ao Em Visão, a médica disse ainda que a maternidade teve papel importante na forma como enxerga a profissão, tornando-a, segundo ela, uma profissional mais humana, sensível e atenta ao cuidado com o outro.

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