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Operação da PF que prendeu aliados de Bolsonaro teve desdobramentos no Amazonas

Saiba quem foram os alvos e qual é a ligação com o Amazonas.

Manifestação na frente do CMA

A operação da Polícia Federal que prendeu quatro aliados de Jair Bolsonaro e bateu na porta do ex-presidente na manhã desta quinta-feira, 08/02, também teve desdobramentos no Amazonas.

Dois ex-comandantes do Comando Militar do Amazonas (CMA) são alvos: Augusto Heleno e Theophilo Gaspar. Heleno era chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e Gaspar era o comandante quando manifestantes ocuparam a frente do quartel.

Vale lembrar que relatório da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas e da Procuradoria-Geral do Estado enviados à casa Civil e ao Judiciário mostra que o CMA foi conivente com o acampamento que ocorreu em Manaus e até guardou material de golpistas.

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De acordo com a PF, a ação visa apurar a organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito,

À época, o relatório apontou que: o CMA participou de duas reuniões do gabinete de crise; disponibilizou, para quem solicitou, espaço para guarda temporária de material usado no manifesto; e realizou negociação de maneira individual e dentro do quartel, diferente do tratado em reunião, quando seria em conjunto com a PM.

As investigações apontam que o grupo investigado se dividiu em núcleos de atuação para disseminar a ocorrência de fraude nas Eleições Presidenciais de 2022, antes mesmo da realização do pleito, para tentar viabilizar e legitimar uma intervenção militar, em dinâmica de milícia digital.

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