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Policiais envolvidos em chacina no 'Ramal Água Branca' retornam ao trabalho, sem armas

Os dez policiais da Rocam haviam sido afastados em novembro de 2023 e ficaram impedidos de exercer a função pública

Abordagem de policiais da Rocam foi registrada em vídeo - Fotos: Reprodução

Os dez policiais militares das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) investigados pela chacina ocorrida no ramal Água Branca, na rodovia AM-010, voltaram a integrar a estrutura da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). Com a reintegração, os agentes não poderão atuar em atividades operacionais e nem usar armas de fogo em serviço.

Os policiais são acusados das mortes de Diego Máximo Gemaque, 33 anos; Lilian Daiane Máximo Gemaque, 31; Alexandre do Nascimento Melo, 29; e Valéria Pacheco da Silva, 22. Os quatro foram encontrados mortos dentro de um carro no Ramal Água Branca, na zona norte de Manaus, em dezembro de 2022.

Os militares haviam sido afastados em novembro de 2023 e ficaram impedidos de exercer a função pública. Na época, eles perderam os salários que variavam entre R$ 5,6 mil e R$ 19 mil.

A decisão de revogar a suspensão consta na Portaria nº 001/2026/DPA/JD/PMAM, publicada no Diário Oficial do Estado do Amazonas no dia 8 deste mês.

Na publicação, os policias que voltaram ao serviço são:

Segundos-sargentos:

  • Charly Mota Fernandes
  • Jonan Costa de Sena

Terceiro-sargento:

  • Raimundo Nonato do Nascimento Torquato

Cabos:

  • Diego Bentes Bruce
  • Stanrley Ferreira Cavalcante
  • Anderson Pereira de Souza
  • Maykon Horara Feitoza Monteiro

Soldados:

  • Dionathan Sarailton de Oliveira Costa
  • Weverton Lucas Souza de Oliveira
  • Marcos Miller Jordão dos Santos
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