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Suspeito de comandar estupro coletivo de criança é preso no interior do AM

Crime ocorreu em dezembro; outros dois envolvidos já estavam presos

Delegacia de Beruri - Foto: Divulgação

Policiais civis da 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Beruri (a 173 quilômetros de Manaus), em ação conjunta com a Polícia Militar do Amazonas (PMAM), cumpriram, nesta quarta-feira (1º/04), mandado de prisão preventiva de um homem, de 19 anos, apontado como mentor de um estupro de vulnerável coletivo contra uma criança indígena de três anos.

O crime ocorreu em dezembro de 2025, na comunidade Fortaleza, zona rural do município. Logo após o crime, dois homens, de 24 e 25 anos, foram presos em flagrante, e o mentor estava foragido da Justiça e foi preso hoje.

Conforme o delegado Jailton Santos, no dia da ação criminosa, a vítima e sua irmã estavam dormindo em casa, com as luzes acesas, enquanto a mãe delas participava de uma confraternização natalina em uma residência vizinha. Momentos depois, a genitora notou a luz do cômodo apagada pelo lado de fora do imóvel e foi até a casa verificar.

“Ao retornar, a mãe notou que a menina chorava muito e apresentava sangramento na região íntima. No cômodo, avistou um homem conhecido na comunidade, enquanto os outros dois estavam do lado de fora, dando cobertura e se revezando nos abusos, mas eles fugiram após ela chegar no local”, explicou o delegado.

Segundo ele, por se tratar de uma comunidade distante, somente no dia seguinte à mulher levou o caso às autoridades e o abuso sexual foi comprovado por meio de exame de corpo de delito realizado na vítima.

Ainda de acordo com Jailton Santos, dois envolvidos foram capturados em flagrante na época e seguem presos e as investigações seguiram para localizar o mentor do crime, que teve a prisão preventiva decretada pelo Poder Judiciário.

“Após o levantamento de novos elementos, nós nos deslocamos até a região conhecida como Terras Vermelhas durante essa madrugada, onde ele foi encontrado e preso”, informou o delegado.

Ele responderá por estupro de vulnerável, passará por audiência de custódia e está à disposição da Justiça.

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