Em artigo publicado nesta sexta-feira (16/1) no jornal Gazeta do Povo, o vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza, defendeu a ampliação da educação técnica como estratégia para preparar jovens para as demandas da chamada nova economia, impulsionada por tecnologias sustentáveis e pela bioeconomia. No texto, ele também associa a qualificação profissional ao papel do Amazonas na preservação ambiental e no desenvolvimento do país.
Segundo o vice-governador, a formação técnica é fundamental para conciliar geração de renda e conservação da floresta. “Não haverá Amazônia preservada sem Amazônia empregada”, escreveu, ao afirmar que a educação deve ser tratada como política permanente do Estado, e não apenas como promessa de governo.
Tadeu de Souza, que é formado como técnico em Eletrônica pela Fundação Matias Machline (FMM), destacou a atuação de instituições públicas como o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), defendendo o fortalecimento da oferta de cursos profissionalizantes gratuitos em todo o estado. Para ele, a qualificação técnica tem impacto direto não apenas na inserção no mercado de trabalho, mas também na redução das desigualdades sociais.
No artigo, o vice-governador argumenta que as escolas técnicas funcionam como ponte entre a formação educacional e as necessidades atuais da indústria, especialmente em áreas ligadas à economia verde. Ele afirma que os jovens amazonenses precisam estar preparados para setores como bioeconomia, construções sustentáveis e empregos associados à preservação ambiental.
Ao concluir o texto, Tadeu de Souza sustenta que o desenvolvimento do Amazonas depende da valorização da educação técnica e da permanência dos jovens no mercado de trabalho local, vinculando esse processo à construção de um modelo econômico alinhado à conservação da floresta.