
Está na hora dos brasileiros conservadores, mas com um perfil mais à direita, criar vergonha na cara e banir de vez da política brasileira, o clã Bolsonaro que, por não saber perder, há pelo menos oito anos quando o patriarca se elegeu presidente, perturba a vida do país. De lá pra cá já tivemos facadas em campanha, morte de 700 mil pessoas por negacionismo e vacina, ataques de xenofobia, homofobia e racismo. Depois da derrota do imbrochável Jair para o presidente Lula, vieram os acampamentos em frente em quartéis – onde rolava tudo -, invasão e depredação nas sedes do Três Poderes, ameaça de bomba no aeroporto de Brasília, invasão da Polícia Federal, condenação do ex-presidente e agora a fuga covarde do filho 01, candidato a presidente para os Estados Unidos.
Agora já são três condenados – Jair, Eduardo e Flávio. E aí, nossos problemas acabaram? Não, o “rachadinha” promete que de lá da terra de Tio Sam vai continuar enchendo o saco, atacando a soberania do Brasil e pedindo mais taxação de Donald Trump contra os produtos brasileiros. Que família, hein?
Se a direita brasileira fosse séria, largaria o saco dos Bolsonaro, parava de perseguir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e trabalhava um nome sério, civilizado, preparado, com formação humana, que respeite a democracia, o estado de direito e os adversários políticos para enfrentar a esquerda brasileira que vem ganhando de goleada.
Bando de malucos
A fuga covarde de Flávio Bolsonaro (PL), mais uma vez, deixar para trás apoiadores e uma multidão de brasileiros que votou nele. Nem isso eles respeitam. Lembram o que Jair Bolsonaro disse sobre os bolsonaristas que acampavam em fretes aos quartéis?
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— Tem os malucos que ficam com essa ideia de AI-5, de intervenção militar das Forças Armadas.
Foi isso que ele disse, numa total falta de respeito a seus próprios seguidores.
“Pobres coitados”
E sobre o 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas por manifestantes bolsonaristas – para acender o estopim de um golpe orquestrado por ele mesmo. Vejam o que o Jair disse:
— São uns pobres coitados que estão presos em Brasília.

Baderneiros sem comando
Em maio de 2024, em uma participação em um podcast (Space/X), ele afirmou que os manifestantes presentes eram "baderneiros sem comando" e negou que houvesse uma organização golpista liderada por ele.
Projeto familiar
Como disse sabiamente o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria de Governo da gestão Jair Bolsonaro, naquela entrevista bombástica, antes da eleição, ao jornalista Bruno Torturra, a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro representava exclusivamente um projeto de poder da família.
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— O senador não possui histórico ou experiência própria em funções executivas. A candidatura de Flávio Bolsonaro e as atitudes da família Bolsonaro é um projeto familiar e não político.

Isso é vigarice
O militar declarou que se considera de direita, mas pontuou que o extremismo do grupo não pertence a esse espectro político:
— Eu me considero de direita. Isso aí que a gente vê, esse extremismo, isso aí não é direita, isso se chama vigarice”.
Perguntar não ofende
Não está na hora de bolsonaristas fanáticos abandonarem quem os abandona toda vez que são derrotados nas urnas eleitorais?
Ridículo e pretensioso
O senador Flávio Bolsonaro alegou nesta quarta-feira em carta de teor golpista, sem apresentar provas, que houve fraude na eleição presidencial em que foi derrotado por uma diferença de 4,4 milhões de votos. Em documento postado em sua rede social, ele se declarou o "verdadeiro presidente eleito" do país, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Um covarde fujão...
O candidato derrotado do PL também anunciou que pretende comandar a oposição ao governo petista a partir dos Estados Unidos, onde está com a família, e prometeu apresentar uma estratégia de mobilização de seus apoiadores nos próximos dias.
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— Vocês que almejavam a mudança, e eu não vou abandoná-los, eu serei a voz e a liderança livre da nossa nação.
Ah, não abandonou não? Mentiu mais uma vez.
Cumplicidade
Flávio agradeceu aos presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Javier Milei, da Argentina, pelo acolhimento após sua saída do Brasil. O parlamentar desembarcou em Miami, no estado da Flórida, na manhã desta quarta-feira.
Falha nossa
O senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC) esteve com o pai, Jair Bolsonaro (PL), em uma reunião nesta quarta-feira (28), no mesmo dia em que o senador e ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desembarcou nos Estados Unidos após fugir do Brasil.
Falha nossa 2
Em vídeo divulgado na rede social X, Carlos relatou como foi a conversa com o pai:
— Em determinado momento eu me emocionei na frente dele. Eu falei: ‘desculpa, pai, a gente falhou’.
Foi bom pro PT

O senador Omar Aziz (PSD-AM), eleito governador do Amazonas após disputa de segundo turno neste domingo (25), deixará a Casa Alta do Congresso Nacional para assumir o Palácio Rio Negro, sede do Executivo estadual.
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Com a mudança, sua vaga no Senado será ocupada por Cheila Moreira, sua primeira suplente, que é filiada ao PT (Partido dos Trabalhadores).
Bom pra Cheila
Como o mandato para senadores é de oito anos, ele participaria da legislatura que se estende até 31 de janeiro de 2031.
Estes últimos quatro anos, porém, serão cumpridos por Cheila Moreira.
Quem é
Natural de Itacoatiara, na região metropolitana de Manaus, Cheila tem 50 anos e é graduada em Pedagogia pela UFAM.
A professora iniciou sua vida política como assessora parlamentar do deputado Sinésio Campos (PT), na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).
ÚLTIMA HORA
Bolsonarista queria matar índios com água envenenada, após vitória de Lula

A deputada federal Duda Salabert (PSol) acionou a Polícia Federal, o Ministério Público e o Ministério dos Povos Indígenas para apurar denúncias de ameaças contra comunidades indígenas em Mato Grosso do Sul. A medida foi tomada após um servidor municipal ameaçar envenenar a água consumida pelos indígenas depois da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de domingo (25/10).
As ameaças foram reveladas por áudios vazados de grupos bolsonaristas e atribuídas a um funcionário de Tacuru. Em um dos trechos divulgados, o autor da gravação afirma:
— Já falei, tem que colocar veneno na água, matar essas pragas na água.
Duda Salabert disse que já recebeu várias denúncias de assassinatos, ameaças de envenenamento e crimes de racismo contra os povos indígenas em Mato Grosso do Sul, após a vitória do presidente Lula.
— Acionei o Ministério dos Povos Indígenas, o Ministério Público e a Polícia Federal para que apurem as denúncias e, acima de tudo, atuem para proteger a vida dos povos indígenas, que há séculos lutam pelo direito à terra.
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O cacique da Aldeia Sassoró e vereador de Tacuru, Ivan Montiel, afirmou que buscará a responsabilização cível e criminal dos envolvidos. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a liderança informou:
— Não vamos aceitar este tipo de preconceito contra nossa comunidade, ameaçando colocar veneno em água. Os povos indígenas possuem a liberdade de escolher seus representantes nas urnas.
ORGULHO

O DJ Alok tem um coração do tamanho de seu talento para a música. Ele se ofereceu para pagar o transporte de indígenas que enfrentavam dificuldades para chegar às urnas no segundo turno das eleições, neste domingo (25). Ao descobrir que a legislação eleitoral impedia esse tipo de financiamento privado, o artista cobrou uma solução das autoridades e conseguiu: a Justiça Federal determinou que a União garanta transporte gratuito para as comunidades que precisam de ajuda para votar.
O apelo foi publicado nesta sexta-feira (23), depois que Alok recebeu relatos de aldeias sem recursos para transportar moradores até as seções eleitorais. Em algumas regiões do Brasil, o deslocamento exige viagens de barco, veículos por estradas de difícil acesso e até transporte aéreo.
VERGONHA

O Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos criticou a decisão do governo de Donald Trump de conceder visto ao senador brasileiro Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Nas redes sociais, o comitê, ligado aos democratas fez um comparativo entre a atual política migratória estadunidense aplicada a pessoas que fogem de conflitos e o tratamento concedido a Flávio e à família Bolsonaro.
“Nenhum asilo para pessoas fugindo da guerra no Sudão ou de conflitos no Haiti, mas [o secretário de Estado Marco] Rubio está estendendo o tapete vermelho para Bolsonaro”, diz o post do comitê no X. “Aparentemente, fugir da violência não qualifica [o migrante a entrar nos Estados Unidos]. Negar resultados eleitorais, sim”, continuou o post, ao citar que o Departamento de Estado planeja conceder vistos a Flávio e sua família.
OUTRAS PALAVRAS
“O COVARDE SÓ ATACA QUANDO ESTÁ A SALVO”, Johann Goethe.