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Dito & Feito: FUGIU, DESAPARECEU, ESCAFEDEU-SE!

Com medo de ser preso, Flávio Bolsonaro deixou o Brasil na calada da noite. Operação Articulação foi liderada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio

Charge de Mário Adolfo

Como a maioria do povo brasileiro ( que elegeu Lula, claro) já sabia, o “herói” da extrema-direira não passava de um cagão covarde, que bancava de machão, arrogante,  grosseiro em frente a um estadista respeitado no mundo inteiro mas que, na primeira derrota que sofreu nas urnas e sob o risco de ser preso, fugiu na calada da noite deixando no fogos os bobalhões que embarcaram no discurso de ódio dele e agora vão ter que arcar com as consequência. Muitos deles, como Nícolas “chupetinha”, que repetiu a lenha-lenga de fraude nas urnas sem qualquer prova.

Bastaram 48 horas após ser derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais para, Flávio abandonar o país num voo a caminho dos Estados Unidos (EUA).A chegada do candidato de extrema-direita derrotado pelo presidente Lula, foi confirmada pelo  investidor e ex-secretário de Turismo do México, Simón Levy, que publicou uma postagem nas redes sociais nesta terça-feira (27) relatando que Flávio Bolsonaro teria chegado aos Estados Unidos (EUA), em uma articulação liderada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. A possível fuga de Flávio, menos de 48 horas após perder as eleições presidenciais, também foi confirmada pela agência de notícias Reuters.

Marco Rubio comandou

Nenhuma autoridade oficial do Brasil ou dos EUA, entretanto, confirma saída de Flávio do país. “Como relatei há algumas horas, Flávio Bolsonaro chegou em segurança aos Estados Unidos. O cérebro por trás dessa operação é o Secretário de Estado dos EUA Marco Rubio. Dos Estados Unidos, livre e seguro, Flávio liderará a oposição contra Lula”, escreveu Levy.

Operação Alba 

As postagens foram feitas por volta das 15h30. Levy informou que essa fuga recebeu o nome de Operação Alba.

Levy é empresário e advogado e se autodescreve publicamente como um aliado próximo e alguém que serve a Donald Trump e ao movimento MAGA [Make America Great Again, no inglês]. 

Sob as asas de Trump 

 O empresário também afirmou que a operação Alba foi arquitetada para garantir a segurança do senador.

A informação, no entanto, ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades brasileiras. 

Família confirmou

Pela manhã, a fuga foi  confirmada à Reuters por uma autoridade norte-americana e também à Folha de São Paulo por aliados da família Bolsonaro, que avançam que a administração Trump está a par da saída de Flávio e que lhe vai conceder asilo.

Medo de ser preso 

A fuga foi motivada pelo medo de ser preso, de acordo com a CNN Brasil. O candidato covarde é alvo de duas investigações criminais por suspeita de crimes como corrupção, branqueamento de capitais e evasão de divisas. A partir de fevereiro, terminava o mandato de senador pelo Rio de Janeiro e perdia a imunidade. 

Millei não confirma

Millei teria participado da operação para dar fuga a Flávio

Logo que “rachadinha” despareceu chegou a se especular que ele teria contado com a ajuda do presidente argentino.

Millei teria enviado uma avião para tirar o ex-candidato a presidente do país. O mandatário argentino não diz que sim, nem que não.

Saída pela Argentina

Mas essa hipótese poderia ser verdadeira, porque durante a madrugada, o ciberjornal argentino Infobae publicou que  o filho do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, usando o documento de identidade nacional, chegou às 2:00 de terça-feira à localidade argentina de Puerto Iguazú, na província de Misiones, e estaria preparado para seguir viagem em direção aos Estados Unidos (EUA) num voo particular. 

De Buenos Aires...

Segundo o Infobae, o meio utilizado é uma aeronave Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, pertencente à empresa Baires Fly SA, que solicitou autorização alfandegária para quatro passageiros e três tripulantes. O avião partiu de Buenos Aires rumo a Puerto Iguazú na segunda-feira por volta das 22:15, tendo aterrado às 23:45. 

...Para a Flórida 

O ex-candidato presidencial deveria chegar na tarde desta terça-feira  (27) ao território norte-americano. De  acordo com o Metrópoles, deverá entrar pelo estado da Flórida.  Flávio viajou acompanhado da esposa e das duas filhas.

Na segunda-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) emitiu uma ordem para apreensão dos passaportes de Flávio Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro: submissão a Donald Trump 

A confirmação de um envolvimento formal ou de uma facilitação dos Estados Unidos na suposta fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) tem potencial para gerar uma grave crise diplomática entre os EUA e o Brasil.. O cenário ganhou força na imprensa internacional após aliados do senador confirmarem que ele descumpriu a ordem judicial do ministro Alexandre de Moraes para entregar seus passaportes e viajou clandestinamente com destino à Flórida.

Flávio Bolsonaro estava explicitamente proibido de deixar o Brasil por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Se as autoridades brasileiras constatarem que houve qualquer tipo de auxílio oficial, político ou de órgãos governamentais norte-americanos para que ele entrasse e permanecesse nos EUA sem a documentação regular, isso será formalmente interpretado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva como uma violação da soberania jurídica brasileira.

A informação de que a operação era conhecida pelas mais altas instâncias da Casa Branca acrescenta uma dimensão política e diplomática ao episódio.

O governo Trump mantém uma relação próxima com a família Bolsonaro. Em maio deste ano, Flávio esteve nos Estados Unidos e se reuniu com o presidente americano na Casa Branca.

*

Agora, segundo as fontes oficiais ouvidas pelo ICL, a administração americana teria desempenhado um papel ativo na operação que permitiu a saída do senador do Brasil.

A distinção é importante. Uma eventual concessão de asilo político constitui uma decisão soberana do governo americano. Já a participação de autoridades estrangeiras na organização de uma fuga destinada a contornar restrições judiciais brasileiras poderia provocar um conflito diplomático de maior alcance.

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