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Dito & Feito: OMAR REBATE ADVERSÁRIOS - “Não sou da velha e nem da Nova. Sou da Boa política!”

Pra o candidato que lidera as pesquisas de intenção de votos, essa conversa de  “velha e nova política” é conversa pra boi dormir.

Charge de Mário Adolfo

Candidato ao governo do Amazonas, o senador  Omar Aziz (PSD) disse que a forma pejorativa de como seus os adversários o rotulam como um remanescente da “velha política” não o afeta, porque ele não está não “nem na velha e nem na nova”.

—  Eu não sou da velha e nem da nova, eu sou da boa política. Eu sou da política de Amazonino e de Gilberto que faziam pelo povo. Foi isso que me ensinaram, foi isso que eu aprendi, pessoal: a cuidar das pessoas – disse o senador durante entrevista ao G6 – consócio formado pelos portais Amazonas Pontual, blog do Hiel Levy, marioadolfo.com, BNC, Único e portal do Marcos Santos –, a última do ciclo de entrevistas que o grupo fez com os quatro candidatos que aparecem na pesquisa – David Almeida (Avante), Roberto Cidade (União), Mario do Carmo Seffair (PL) e, nesta quinta-feira  (17), Omar Aziz (PSD).

Pra o candidato que lidera as pesquisas de intenção de votos, essa conversa de  “velha e nova política” é conversa pra boi dormir.

— Que nova política é essa? A nova política de quê? A de todas as escolas depredadas? Que a segurança tá um caos? Que os servidores não são valorizados? Essa é a nova política? Se isso for a nova política, meu irmão... – ironizou.

Três vezes no mesmo buraco

Aziz alertou o eleitor que  se enganar uma vez é natural. “Eu já me enganei várias vezes... uma vez”, admitiu ele, mas “se enganar três vezes, esquece”. Para ilustrar o que estava dizendo, o senador citou como exemplo as pessoas que, inadvertidamente, caem no mesmo buraco de rua três vezes.

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— É que nem você ir numa rua e cair num buraco, porque você não conhece a rua. A segunda vez é porque você não  lembrou. Agora, errar a terceira vez, meu irmão, aí eu não tenho adjetivo para você.

Vale por ex-governador

Ao citar o erro de cair no mesmo  buraco três vezes, Omar tentou fazer uma associação com fato do leitor escolher o mesmo governador – que não foi um bom administrador – por três vezes.

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— Isso se enquadra.  É o mesmo pensamento. Então, eu estou  falando aqui para você que tá me ouvindo: não dizendo que eu sou melhor do que todo mundo. Eu não sou melhor do que ninguém. Eu tenho mais experiência, tenho mais conhecimento, isso eu tenho —, comparou.

 Combate ao fumacê

Ao ser questionado de que forma pretende enfrentar um problema das queimadas que todos os anos cobre Manaus com uma densa fumaça, o candidato a governador disse que vai criar brigadas de voluntários para combater os incêndios. 

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— Nós temos que fazer como os americanos fazem. A tua profissão não vai ser como Bombeiro, mas você vai ser um ativista na questão de combate a incêndio na hora de precisar. Com uma remuneração, é lógico. A gente tem como treinar essas pessoas, a nos ajudar – explicou. 

Devolveram R$ 15 milhões    

Aziz disse que quando o Flávio Dino (hoje ministro do STF) era ministro da Justiça do governo Lula 3, ele telefonou pedindo ajuda para combater as queimadas.

— Ministro, eu queria ver se a gente conseguia comprar um avião que pega água no rio e despeja sobre as chamas.  Ele conseguiu R$ 15 milhões mas  eles devolveram o dinheiro e não compraram os aviões. 

Nome aos bois 

Um os blogueiros fez a pergunta para o senador dar “nome aos bois”.

— Eles quem, senador?

 —  O Wilson Lima (ex-governador), que devolveu o dinheiro e não comprou os aviões de combate a incêndios florestais.   

Amazonense não é predador 

Ainda sobre o problema da fumaça que encobre Manaus, Omar disse que teve uma reunião com a Polícia Militar e o  Corpo de Bombeiros, onde discutiu a questão da conscientização da população em relação às queimadas.

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— A principal coisa é a  conscientização. Ninguém quer sair queimando o Amazonas, nós não somos depredadores. A cultura do Amazonense não é de desmatar, nunca foi e não vai ser. Ele sempre tirou o sustento da floresta. E  ele sabe disso muito bem.

Dívida com Deus

E por falar em Wilson Lima, que o senador Eduardo Braga (MDB), candidato à reeleição, jogou para o céu o  castigo que o ex-governador deve ter por menosprezar a saúde do estado.

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— O ex-governador Wilson Lima (União Brasil) tem uma “dívida com o homem lá de cima” –, disse o senador, durante debate entre os candidatos ao senado realizado pela TV Norte.

Relações perigosas

Ainda no debate da TV Norte foi a vez do ex-governador Wilson Lima partir pra cima de seu  adversário na eleição ao senado, Alberto Neto (PL).

O ex-governador quis saber qual a relação do “compadre do Bolsonaro”, com Alessandro Bronze, o primeiro suplente de sua chapa.

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No caso, Bronze é o empresário que mantém uma relação muito próxima com a administração privada do Porto de Manaus. 

Porto banca campanha

Sem apresentar provas, Wilson acusou que o dinheiro arrecadado com as altas tarifas pagas aos serviços do Porto de Manaus estariam financiando a campanha do capitão.

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—  Sabe o que é a fila da morte, candidato? É aquela fila que se enfrenta lá no porto. Até a pé você tem que pagar. E todo mundo sabe que aquele dinheiro é o que está financiando a sua campanha, porque aquele dali é o seu suplente –, afirmou Wilson –, arregaçou Wilson.

Te Cuida,  Âmbar

Para quem acompanha em Manaus os relatos de medidores, caixas e fiações pegando fogo, reclamações sobre aumento nas contas e interrupções no fornecimento de energia, uma decisão da Justiça Federal desta quinta-feira (17) estabelece novas medidas para investigar os problemas registrados na rede elétrica.

Uma liminar concedida em ação popular apresentada pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) determinou a suspensão da substituição de cabos por modelos de alumínio, a realização de uma auditoria técnica independente e a fiscalização, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), dos problemas registrados no serviço.

A decisão também suspendeu os efeitos de uma cláusula do contrato que, segundo Braga, poderia impedir ou postergar a aplicação de sanções pela agência reguladora à concessionária nos primeiros cinco anos da concessão.

É falsa 

Wilson associou o  nome do senador à empresa durante as considerações finais do debate.

Justamente no apagar dos refletores, quando não daria mais tempo para resposta às acusações.  O senador disse que a afirmação é  “falsa”  e garantiu que já acionou seus advogados.

ÚLTIMA HORA 

DATAFOLHA – Nova pesquisa aponta empate técnico na liderança do primeiro turno entre Lula e Flávio.  Mas o presidente está na frente com 39%

A pouco mais de duas semanas das eleições de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem empatados tecnicamente em ambos os turnos, segundo a nova  pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira, 17.

No 1º turno, Lula tem 39% das intenções de voto, mesmo percentual da rodada anterior, divulgada no último dia 11. Já Flávio oscilou um ponto para cima e foi de 35% para 36%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão no mesmo patamar. 

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Já no segundo, o cenário é de estabilidade: os dois candidatos se mantiveram numericamente com os mesmos percentuais: o presidente tem 46%, e o senador, 44%.

ORGULHO

Surpresa: Vinícius foi receber o carro com venda nos olhos

O motoboy Vinícius Martins de Paulo, o Vinny, que salvou a menina Safira do ataque de abelhas em BH, teve a melhor surpresa da vida dele: ganhou um carro novo e uma moto de um novo movimento que começou em Minas Gerais, a Tropa do Bem, na noite desta quinta-feira (17).

Ele e a família foram levados vendados pelo grupo até uma rua e quando retiraram as vendas deram de cara com a  a moto e o carro vermelho – com laço gigante, que estavam atrás deles. Foi uma emoção impagável. Todos choraram e agradeceram muito. Tropa do Bem, projeto recém-criado em Minas Gerais para ajudar pessoas que praticam boas ações decidiu homenagear o herói da semana da melhor forma. Vinny é pai de duas meninas e contou que pensou nelas quando viu a Safira cheia de abelhas e correu para salvar a menina. 

VERGONHA

Jair Renan: Não conseguiu ser vereador, agora que ser deputado federal

Parece que o clã Bolsonaro só entra na política para enriquecer sem trabalhar.  O último exemplo vem lá de Camboriú (SC), onde  vereador e candidato a deputado federal Jia Renan Bolsonaro teve R$ 4.554,71 descontados do salário de julho por não comparecer à duas sessões da Câmara de Vereadores e não justificar as ausências. Segundo o portal da transparência da Câmara, o quarto filho do ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu R$ 13.664,13 no mês. O salário do vereador é de R$ 18.218,84, se não houver desconto.

OUTRAS PALAVRAS


“NÃO POSSUÍMOS DIREITO MAIOR E MAIS INALIENÁVEL DO QUE O DIREITO AO SONHO. O ÚNICO QUE NENHUM DITADOR PODE REDUZIR OU EXTERMINAR”, Jorge Amado
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