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Padrasto é preso por estuprar e engarvidar enteada indígena de 12 anos no AM

Caso foi registrado no município de Tabatinga. Vítima alega que foi dopada pelo autor do crime

Delegacia de Tabatinga - Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Tabatinga (a 1.108 quilômetros de Manaus), cumpriu, no sábado (07/02), mandado de prisão preventiva de um homem, de 31 anos, por estupro de vulnerável praticado contra sua enteada, de 12 anos, indigena da etnia Tikuna. O crime resultou em gravidez na vítima.

Conforme o delegado Igor Nunes, os fatos ocorreram na comunidade indígena Belém do Solimões, onde o investigado praticou conjunção carnal contra a própria enteada, o que resultou em gravidez.

“Em escuta especializada, a vítima alega que foi dopada pelo homem durante os atos. O autor dava um suco e ela ficava tonta. Ainda estamos apurando qual substância era utilizada por ele para dopá-la”, relatou o delegado.

Uma testemunha visualizou um dos episódios, ocorrido no dia 1º de fevereiro deste ano. O próprio autor também confessou a prática de quatro abusos.

Com base nos elementos colhidos, na existência de provas da materialidade e em indícios suficientes de autoria, foi representada à Justiça a prisão preventiva dele, e a ordem judicial foi decretada. Ele foi preso na comunidade indígena Umariaçu 2.

“A materialidade delitiva encontra-se devidamente comprovada, considerando o teor do exame de corpo de delito da vítima, bem como o resultado da ultrassonografia obstétrica”, detalhou Igor Nunes.

O indivíduo responderá por estupro de vulnerável, passará por audiência de custódia e ficará à disposição da Justiça.

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