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Rio Negro desce 41 centímetros em sete dias e atinge 27,13 metros em Manaus

Boletim do Serviço Geológico do Brasil aponta que a maioria dos rios da Amazônia mantém níveis dentro da normalidade para o período

Foto: Divulgação

O rio Negro desceu 41 centímetros na última semana e atingiu a cota de 27,13 metros em Manaus, segundo boletim divulgado na última terça-feira (4) pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB). O monitoramento indica que a Bacia Amazônica segue em processo de vazante, com níveis considerados normais para esta época do ano na maior parte das estações acompanhadas.

Já no rio Solimões, a estação de Tabatinga (AM) registrou redução de 55 cm ao longo da semana, atingindo a cota de 5,76 m. Em Manacapuru (AM), o rio desceu 37 cm, alcançando a marca de 17,94 m.

Na bacia do rio Purus, a estação de Beruri (AM) registrou redução de 41 cm ao longo da semana, acompanhando a vazante do rio Solimões, atingindo a cota de 19,12 m.

No rio Madeira, a vazante voltou a predominar em toda a bacia. Em Porto Velho (RO), após o repiquete observado na semana anterior, o rio apresentou uma descida acentuada de 120 cm no período de sete dias, registrando a cota de 5,94 m.

No rio Amazonas, a estação de Careiro (AM) teve redução de 36 cm e registrou 14,86 m, enquanto em Itacoatiara (AM) a descida foi de 33 cm, alcançando a marca de 12,49 m. 

Níveis abaixo da faixa de normalidade
De acordo com o monitoramento do SGB, as estações da bacia do rio Branco permanecem abaixo da faixa de normalidade para esta época do ano, embora tenham apresentado desaceleração no ritmo de recessão. Em Boa Vista (RR), o rio Branco registrou a cota de 2,10 m, após redução de 6 cm na última semana. Já em Caracaraí (RR), a descida foi de 5 cm, atingindo a cota de 3,09 m.

Os dados hidrológicos são provenientes da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), de responsabilidade da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), operada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) e demais parceiros. As previsões apresentadas são baseadas em modelos hidrológicos e estão sujeitas às incertezas inerentes aos mesmos. Dados em tempo real e mapas de risco estão disponíveis no Sistema de Alerta de Eventos Críticos (SACE).

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