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Semsa descarta primeira morte por possível exposição ao estireno

Investigação epidemiológica concluiu que não há relação direta entre o óbito de um idoso de 67 anos e o acidente químico

Gás vazou de um tanque da empresa Innova no dia 15 de julho - Foto: Reprodução

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) Manaus descartou a hipótese de que a morte de um idoso de 67 anos tenha sido causada por intoxicação pelo gás estireno. O vazamento da substância tóxica ocorreu na empresa Innova, localizada no Distrito Industrial no dia 15 deste mês.

A conclusão foi divulgada na tarde desta sexta-feira (24), por meio da Nota Informativa nº 02/2026, emitida pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs).

O paciente — morador da zona Sul, tabagista e com histórico de internações por doenças cardiovasculares e pulmonares crônicas — havia tido o óbito notificado como suspeito no dia 16 de julho, um dia após o incidente.

Após investigações epidemiológicas baseadas em protocolos nacionais e estaduais, a vigilância em saúde constatou a ausência de nexo causal entre a morte e a exposição ao produto químico.

Segundo caso
O Cievs mantém sob investigação um segundo óbito notificado no dia 19 de julho. Trata-se de um trabalhador do Distrito Industrial, de 66 anos. As análises prosseguem para confirmar ou afastar a relação da morte com a inalação do gás.

De acordo o painel de monitoramento da prefeitura, 755 pessoas foram atendidas nas redes de saúde pública e particular desde o início do vazamento de estireno na área industrial de Manaus. Uma pessoa permanece internada. 

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