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Vizinha é apontada pela polícia como mandante da morte de professor em Manaus

Suspeita está foragida e teria ordenado o crime após desentendimentos com a vítima no ramal Água Branca

Mulher está sendo procurada pela Polícia - Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Amazonas identificou Juliana da Rocha Pacheco, de 42 anos, como a mandante do assassinato do professor Davi Said Aidar, ocorrido em fevereiro deste ano, no ramal Água Branca, na rodovia AM-010, zona Norte de Manaus. A suspeita está foragida.

Segundo as investigações, o crime teria sido motivado por desentendimentos entre a suspeita e a vítima. De acordo com a polícia, Juliana teria articulado a ação criminosa com a ajuda do sobrinho, Lucas Santos de Freitas, que atuava como agiota e teria reunido pessoas para executar o homicídio.

“Trata-se de um grupo que agiu de forma premeditada, com divisão de tarefas e liderança definida. A mandante é a própria vizinha da vítima”, afirmou o delegado Ricardo Cunha, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Conforme a polícia, Lucas recrutou três homens para participar da execução do crime. Entre os envolvidos estariam o autor dos disparos, além de comparsas responsáveis pelo suporte logístico e pela condução da motocicleta utilizada na ação.

Lucas foi preso no dia 25 de fevereiro, durante uma abordagem policial no bairro Monte das Oliveiras, na zona Norte da capital.

As investigações apontam ainda que Juliana era proprietária de um bar no ramal onde o professor morava. Após a chegada da vítima à comunidade, ela teria percebido queda nas vendas do estabelecimento e passou a ter desentendimentos com o professor.

O delegado Adanor Porto afirmou que o conflito evoluiu para ameaças e discussões frequentes.

“Ela mantinha uma relação conturbada com a vítima e com outros moradores. Em determinado momento, chamou o sobrinho e determinou que ele matasse o professor”, relatou o delegado.

De acordo com a polícia, três dias antes do assassinato, Lucas e um dos executores foram até o local para observar a rotina da vítima e identificar o melhor momento para o ataque.

No dia do crime, homens encapuzados chegaram ao bar em motocicletas e efetuaram vários disparos contra o professor, que morreu no local.

A polícia aponta Antonio Carlos Pinheiro Meireles, conhecido como “TK”, como o autor dos disparos. Outros dois suspeitos, Rafael Fernando de Paula Bahia e Emerson Sevalho de Souza, teriam auxiliado na fuga e no suporte à ação criminosa.

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