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Dito & Feito: A LUA OU MARTE, É PRA LÁ QUE NOS VAMOS!

E do jeito que andam tratando a Terra, o planeta Mãe, quem sabe um dia os humanos não vão mudam de malas e cuias pra lá?

Charge de Mario Adolfo

Para alívio de nós, os terráqueos, o que a  missão Artemis II,  acaba de nos revelar é que se  Donald Trump, aquele que se intitula o dono do mundo resolve acabar o planta mãe, já tempos para onde correr: para Marte ou para  o lado escuro da Lua onde a paz é tão  grande que nem conexão com o resto do universo existe.

Isso pode ser uma brincadeira. Mas a verdade revelada pela NASA – embora tenta lançado a Artemis no dia 1º de abril –, é que  missão que mandou quatro astronautas em direção à Lua em uma viagem de cerca de dez dias em torno do satélite tem um propósito para o futuro:  prever uma série de missões tripuladas, a construção de uma estação orbital lunar e o uso do satélite como base para futuras viagens a Marte. Viu?

O Programa Artemis é a principal iniciativa da NASA para levar astronautas de volta à Lua após mais de 50 anos.

Em 1969, enquanto Neil Armstrong e Buzz Aldrin faziam história ao dar os primeiros passos na superfície lunar, a história era outra. As missões do Programa Apollo, realizadas entre as décadas de 1960 e 1970, foram impulsionadas pela corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. Hoje, o cenário é diferente: o principal concorrente dos EUA é a China, que vem avançando rapidamente em seu programa espacial e planeja levar humanos à Lua até 2030.

A nova corrida espacial não se limita ao prestígio ou à demonstração de capacidade tecnológica.

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O foco está no acesso às regiões da Lua com maior abundância de recursos, o que implica uma disputa por áreas consideradas estratégicas na superfície lunar. Nesse contexto, a Lua ganha relevância econômica. E do jeito que andam  tratando a Terra, o planeta Mãe, quem sabe um dia os humanos não vão mudam de malas e cuias pra lá?

Mas por que a Lua, hein?

Desculpe a redundância, mas sonhar em morar na Lua não é coisa de lunático. Os americanos não estão loucos. E a  NASA também não. Mandar quatro astronautas – os americanos Reid Wiseman (comandante), Victor Glover e Christina Koch, além do canadense Jeremy Hansen –, para a Lua, numa missão que deve  ultrapassar a marca de US$ 93 bilhões de investimentos (cerca de R$ 465 bilhões) tem que ter uma justificativa muito maior do que uma simples demonstração de poder ou de propaganda para a maior economia do mundo.

Olho gordo no satélite

Como diz o velho adágio popular, os gringos “não metem prego sem estopa”.

A Lua é um satélite que  concentra uma variedade de recursos minerais estratégicos, incluindo terras raras e metais como ferro e titânio. Além disso, abriga o hélio-3, um isótopo raro na Terra e apontado como potencial fonte para tecnologias avançadas, especialmente na geração de energia.

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O mapeamento e o acesso a essas reservas podem definir vantagens econômicas e tecnológicas nas próximas décadas.

O interesse de Trump

Não é só isso. O Programa Artemis também possui uma dimensão política relevante, sendo um dos pilares da agenda de Donald Trump.

Ao acelerar o programa, Trump busca associar seu governo a um feito histórico capaz de projetar liderança global e reforçar a imagem de força do país.

Marte é logo alí

Já o foco em Marte foi reforçado ainda mais pelo o piloto da Artemis 2, Victor Glover, em conversas com a base da missão na Terra.

Segundo ele, o  que os quatro astronautas viram era "verdadeiramente difícil de descrever".

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Mas quando Glover descreveu algo que ele disse ser laranja, a tripulação em terra afirmou que o objeto provavelmente era Marte.

— Boa oportunidade para olhar para o futuro, para onde estamos indo!–, disse o controle da missão na Terra.

Alô  é Trump, da Terra!

Trump: ouve astronautas e manifesta interesse na missão Artemis II

Marte como objetivo ficou ainda mais evidente, quando os  quatro astronautas começavam o processo de envio de todos os dados das últimas sete horas de observação para a Terra, e receberam uma ligação de Trump.

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— Vimos coisas que nenhum ser humano jamais viu, nem mesmo a Apollo, e isso foi incrível para nós –, disse o comandante da missão Reid Wiseman, em conversa com Trump.

O futuro com dois planetas

Trump havia perguntado à tripulação:

— Qual foi a parte mais inesquecível deste dia verdadeiramente histórico?

Wiseman respondeu que todos os quatro tripulantes tinham a mesma sentimento:

— Quão animados estamos para ver esta nação e este planeta se tornarem uma espécie com dois planetas –, em referência aos objetivos de futuras missões a Marte.

Escolheremos sempre a Terra

Planeta Terra visto da lua: "Escolheremos sempre ela"

Apesar dos maus tratos à Terra – como já alertava o robozinho Waly, daquele filme de animação –, nosso planeta ainda é a Terra e é ela  que temos que amar.

Após cerca de 40 minutos sem sinal, período em que a cápsula Orion passou pelo lado oculto da Lua, veja o que a astronauta Christina Koch, falou quando eles puderam voltar a falar com os humanos no seu planeta natal.

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— É tão bom voltar a ouvir a Terra. Escolheremos sempre a Terra, escolher-nos-emos sempre uns aos outros.

Agora vai

Dizem dizem, mas não sei se é verdade. Perguntaram ao governador interino se ele estava disposto a apoiar o senador Omar Aziz para governador tampão e ele teria respondido:

— Eu tô é pronto!!!

Tirando o time de campo

O comunicado foi feito nesta quinta-feira (9). A ministra Cármen Lúcia decidiu antecipar para este mês o início da transição da sua presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para a próxima, de Kassio Nunes Marques. O anúncio foi feito hoje no fim da sessão da corte eleitoral.

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Seu mandato na presidência do tribunal terminaria em 3 de junho. Mas, no anúncio, ela disse que marcou para 14 de abril as eleições simbólicas para presidente e vice

Por que a antecipação?

A transição começará depois disso, segundo ela, e a posse de Nunes Marques e do vice, André Mendonça, deve ocorrer em maio. A antecipação foi para o novo presidente estar há mais tempo no cargo quando ocorrerem as eleições.

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Segundo Cármen, quando a troca acontece perto do período eleitoral, ela "compromete a tranquilidade administrativa".

Lá vem a tal da dosimetria

O presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizou que pretende colocar em votação o veto presidencial ao projeto da dosimetria aos envolvidos no 8 de janeiro de 2023.

Rapidão

Alcolumbre quer convocar uma sessão conjunta “o mais rápido possível” para deliberar sobre o tema.

— O meu desejo é, o mais rápido possível, fazermos uma sessão para deliberarmos um assunto importantíssimo, que é o veto da dosimetria, votada no Congresso Nacional –, disse.

Querem aliviar pro Bozo

Pelo andar da carruagem, Parece que neguinho apressadinho para beneficiar o presidiário Jair Bolsonaro.

Mas só tem uma detalhe: se o Congresso optar por derrubar o veto e a proposta entrar em vigor, a norma ainda poderá ser contestada no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Partidos políticos, entidades de classe, a Procuradoria-Geral da República e o próprio governo têm legitimidade para questionar a constitucionalidade da lei, cabendo à Corte a decisão final sobre sua validade.

ÚLTIMA HORA

E DÁ-LHE, LULA! – Presidente sanciona leis de combate à violência contra a mulher

Basta: Sancionada lei que fortalece o combate à violência contra a mulher

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (9), três projetos de lei que fortalecem o combate à violência contra a mulher. O PL 2.942/2024 altera a Lei Maria da Penha para estabelecer a monitoração eletrônica de agressores como medida protetiva autônoma em casos de violência doméstica.

Atualmente, a Lei Maria da Penha autoriza o monitoramento apenas como opção. Além disso, a vítima poderá usar um dispositivo de segurança alertando sobre a aproximação do agressor.

Segundo o Palácio do Planalto, os objetivos da nova lei são:

  • Aumento da capacidade de controle do cumprimento das medidas protetivas,
  • Redução do tempo de resposta em situações de risco
  • Possibilidade de atuação preventiva com base em geolocalização.

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O PL 3.880/2024 inclui a violência vicária entre as formas de violência doméstica previstas na Lei Maria da Penha. Essa modalidade de violência é caracterizada pela prática de atos contra terceiros, especialmente filhos, dependentes ou pessoas próximas, com o objetivo de atingir psicologicamente a mulher.

ORGULHO

Rio: bebedouros para cães em espaços públicos

Nem só de notícia ruim vive o Rio de Janeiro.  O estado do Rio de Janeiro agora tem uma lei que prevê a instalação de bebedouros para animais em espaços públicos, como praças e parques. A medida foi sancionada pelo governador Cláudio Castro e publicada no Diário Oficial.

A proposta, do deputado estadual Jorge Felippe Neto (Avante), define como esses pontos de água devem ser instalados e cuidados, com a ideia de garantir acesso à água potável para animais que circulam nesses locais. O texto também permite que a própria população ajude na implantação dos bebedouros.

VERGONHA

Cão Hulk: o herói da maior apreensão de maconha da história do Brasil

Nada menos que  48 toneladas de maconha, avaliadas em torno de R$ 50 milhões, foram apreendidas após uma operação da Polícia Militar realizada em comunidades do Complexo da Maré, na zona Norte do Rio de Janeiro. É isso mesmo: 48 toneladas, a  maior apreensão

já registrada na história do país de acordo com a PM carioca. Até então, o recorde era de 36,5 toneladas em uma operação da Polícia Militar Rodoviária de Mato Grosso do Sul, em 2021, que encontrou os entorpecentes dentro de uma carreta de soja. Um cão farejador da raça Pastor Belga Malinois, apelidado de “Hulk”, foi fundamental na apreensão histórica de 48 toneladas de maconha em um bunker no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro. A operação ocorreu na madrugada desta quarta-feira (8/4) e deu um prejuízo de R$ 50 milhões ao tráfico.

OUTRAS PALAVRAS


"VIVEMOS EM UM PLANETA FRÁGIL, NO VAZIO E NA IMENSIDÃO DO ESPAÇO. NOSSO PROPÓSITO NESTE PLANETA, COMO SERES HUMANOS, É ENCONTRAR ALEGRIA (...) E ENCORAJAR UNS AOS OUTROS, CRIANDO SOLUÇÕES JUNTOS EM VEZ DE DESTRUIR. "QUANDO VOCÊ VÊ DAQUI DE CIMA, ISSO NÃO MUDA”, Jeremy Hansen astronauta da Artemis II
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