
Na democracia é assim, que quiser defender a sua extrema-direita, o seu “mito” presidiário e a bandeira de seu partido que defenda. Faça isso, mas use de argumentos, não recorra à mentira porque nesse admirável mundo virtual em que vivemos, ninguém mais é leso!
Pois foi isso que fez – ou tentou fazer –, na manhã desta quarta-feira (4), na abertura doam-no legislativo, o deputado estadual Delegado Péricles (PL). Durante uma batida de frente com o deputado Sinésio Campos (PT) – o único que mão se calou diante de tantas inverdades, . Bolsonarista juramentado e defensor da extrema-direita, Péricles chegou a dizer que no governo de Bolsonaro não faltou vacina na crise da Covid-19, que nunca houve fila de osso e que o Amazonas nunca viu tanto dinheiro.
Disse ainda que tudo que tem contra o Bolsonaro registrado nos arquivos da história do país e nas redes sociais são conteúdos tirados de contexto. Péricles chegou ao absurdo de dizer que no governo do imbrochável nunca houve um caso de corrupção.
Então tá, Delegado! Vamos lá: o vídeo de Bolsonaro imitando uma pessoa morrendo por falta de oxigênio foi tirado de contexto, não é? O deu ídolo dizendo que não estava preocupado como úmero de mortos na pandemia porque “não sou coveiro”, também nunca aconteceu. Péricles chegou
Cinismo
Bolsonaro não apenas debochou da COVID-19. Ele imitou pessoas sem ar, recusou vacinas, sabotou medidas de proteção e promoveu tratamentos ineficazes como se fossem solução.
O resultado desse desgoverno e irresponsabilidade foram mais de 700 mil brasileiros mortos.
Mancha que não apaga
Uma tragédia transformada em espetáculo de cinismo que colocou o país entre as piores gestões da pandemia no mundo.
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O delegado Péricles e outros bolsonaristas podem até ter esquecido, mas nós não. Essa conta é de Bolsonaro e não desaparece. Essa mancha não se apaga.
Fila do osso

Também para o deputado Péricles são mentirosas e tiradas do contexto as imagens retratadas pelos repórteres fotográficos do Jornal Extra com pessoas catando restos de carnes em um caminhão cheio de ossos, no Rio de Janeiro.
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Isso tudo foi causado pela incompetência de Bolsonaro para governador o país. Uma combinação da inflação alta, Bolsa Família defasado e desemprego que assolou aquele período de trevas de seu governo.
Lembra do pastor Milton?
Dizer que o desgoverno de Jair não teve corrupção é querer tapar o sol com a peneira. Só na Educação, foram quatro ministros substituídos em curto espaço de tempo. Um feles, Milton Ribeiro, um pastor evangélico, foi demitido depois que veio à tona um tenebroso esquema de corrupção dentro do Ministério.
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Para quem não lembra, prefeituras ligadas a pastores evangélicos e ao chamado bloco do Centrão estariam sendo favorecidas com mais recursos na educação.
Corrupção autorizada
Em um áudio revelado pelo jornal Folha de S.Paulo, Milton Ribeiro disse que dava preferência a indicações dos pastores a pedido do próprio Bolsonaro – algo que o ministro depois negou.
A peso de ouro

Na época, cinco prefeitos falaram à comissão de educação sobre denúncias de tráfico de influência no MEC.
Três deles confirmaram o pedido de propina em dinheiro e até em ouro feito por pastores imediatamente após reuniões com o ex- ministro Milton Ribeiro.
Pastores mandavam no MEC
No auge do escândalo, a Comissão de Educação do Senado ouviu cinco prefeitos sobre denúncias de tráfico de influência no Ministério da Educação.
Segundo os relatos, os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura participavam de reuniões no MEC ao lado do ex-ministro Milton Ribeiro
Propina em nome da fé
De acordo com o prefeito de Boa Esperança do Sul, em São Paulo, José Manoel de Souza, Arilton teria oferecido a construção de uma escola profissionailzante na cidade. Em troca, o prefeito teria que depositar 40 mil reais na conta de uma igreja evangélica.
Um quilo de ouro
Já o prefeito de Luís Domingues, no Maranhão, Gilberto Braga, voltou a afirmar que o pastor Arilton Moura teria cobrado um quilo de ouro para protocolar as demandas do município.
Segundo ele, o pedido foi feito abertamente, na frente de outros 30 prefeitos em um almoço após reunião no MEC.
Grande obra
Também ninguém sabe em que Péricles se baseou para dizer que Bolsonaro derramou dinheiro no Amazonas e nunca faltou nada para o estado.
Talvez o deputado tenta sofrido uma crise de amnésia para não lembrar que a única a obra que Bolsonaro construiu no estado em quatro anos de governo, foi uma ponte “pinguela”, , em maio de 2021, em São Gabriel da Cachoeiara.
Inauguração mais cara...
A ponte inaugurada por Bolsonaro, na comunidade indígena Balaio, tem 18 metros de comprimentos e é de madeira. Segundo o Ministério da Defesa, a obra custou R$ 255.174,38.
... que a ponte!
Já os gastos de Bolsonaro e comitiva à região, para inauguração da ponte, custou R$ 711.795,63, de acordo com dados da Presidência da República.
Quem matou Orelha
Imagens de câmeras de segurança foram decisivas para a Polícia Civil de Santa Catarina identificar uma contradição no depoimento do adolescente indiciado pela morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis.
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O inquérito foi concluído nesta terça-feira (3), e a polícia solicitou a internação provisória do jovem apontado como responsável pelas agressões.
Pega na mentira
As imagens mostram o adolescente saindo do condomínio onde estava hospedado às 5h25 do dia 4 de janeiro e retornando às 5h58, acompanhado de uma amiga.
Apesar disso, ele declarou que permaneceu na área da piscina durante todo o período.
A hora do crime
A polícia afirma que Orelha foi agredido por volta das 5h30.
— O adolescente não sabia que a Polícia possuía as imagens dele saindo do local e disse que havia ficado dentro do condomínio. As imagens, roupas e testemunhas confirmam que ele estava na praia –, disse o delegado.
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O cachorro foi encontrado agonizando na praia no dia 5 de janeiro e morreu após ser levado ao veterinário.
Monstruosidade
Derli Royer, responsável pelo socorro emergencial, relatou que o animal apresentava lesões graves na cabeça e no olho esquerdo, além de forte desidratação.
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Um laudo da Polícia Científica aponta que Orelha recebeu um golpe intenso na cabeça, possivelmente provocado por um chute ou por um objeto rígido, como madeira ou garrafa.
O boom das motocicletas de Manaus

A indústria brasileira de motocicletas deve alcançar a marca de 2.070.000 unidades produzidas em 2026, representando um crescimento de 4,5% em comparação com as 1.980.538 motocicletas fabricadas em 2025.
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Os dados fazem parte das projeções divulgadas pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), considerando apenas suas fabricantes associadas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM).
2 milhões de motos em 2026
As estimativas da Abraciclo para 2026 apontam para um desempenho positivo em todos os segmentos do mercado de duas rodas.
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Além do crescimento na produção, o licenciamento de motocicletas deve atingir 2.300.000 unidades, um aumento de 4,6% em relação às 2.197.851 motos emplacadas em 2025.
Mais de 43 mil exportadas
No setor de exportações, a projeção indica um total de 45.000 motocicletas enviadas ao mercado externo, representando alta de 4,4% na comparação com as 43.117 unidades exportadas no ano anterior.
Esses números consolidam a tendência de crescimento constante que o setor vem experimentando nos últimos anos.
SERERÊ XAVANTE –Xandão manda prender indígena bolsonaristas que atacou PF em 2022 e apoiou tentativa de golpe

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de José Acácio Sererê Xavante, indígena apontado como um dos articuladores dos ataques promovidos por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) contra a sede da Polícia Federal (PF), em Brasília, em dezembro de 2022. A ordem prevê o imediato cumprimento pela própria PF e se baseia no entendimento de que houve descumprimento reiterado das medidas cautelares impostas ao investigado, segundo o Metrópoles.
Sererê Xavante estava em prisão domiciliar desde abril do ano passado, monitorado por tornozeleira eletrônica. No entanto, documentos anexados ao processo indicam que o equipamento está sem sinal desde novembro.
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A defesa alegou que o indígena reside em área rural, com acesso precário à internet, mas o ministro destacou que ele deixou de atender ligações da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) e não buscou esclarecimentos nem a substituição do dispositivo de monitoramento.
ORGULHO

Uma diretora precisou ir pessoalmente na casa de uma aluna sem internet para avisar que ela foi aprovada na universidade. A jovem é ribeirinha. Como não tem celular nem internet em casa e vive longe de tudo, Jarina Serra não sabia ainda que tinha passado no curso de Letras – Língua Portuguesa da Universidade Federal do Pará. E a festa foi emocionante. A diretora chegou cantando a “Marcha do Vestibular” de Pinduca, e a jovem nem sabia o que fazer de tanta alegria. O vídeo, publicado nas redes por Lizandra Tuany, filha da diretora, já teve mais de 1 milhão de visualizações. jarina é ex-aluna da diretora e mora na periferia de Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó, no Pará. A família dela vive numa casa simples, de palafita, à beira do rio. O local é distante de tudo, por isso a diretora da escola pública, foi até lá para dar a notícia boa pessoalmente.
VERGONHA

No primeiro dia de votações após a retomada dos trabalhos legislativos em 2026, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que reestrutura a carreira de seus próprios servidores e permite reajustes capazes de ultrapassar o teto constitucional. Na mesma sessão, os parlamentares também deram aval a outra proposta, que institui um novo plano de carreira para o funcionalismo do Senado. As medidas, aprovadas em sequência, podem elevar significativamente as remunerações, com impacto fiscal estimado em mais de R$ 1 bilhão. Na prática, os cargos mais altos da carreira podem alcançar remunerações mensais próximas de R$ 77 mil, somando vencimento básico, gratificações e benefícios adicionais — os chamados "penduricalhos".
OUTRAS PALAVRAS

"TODO PRECONCEITO É FRUTO DA BURRICE, DA IGNORÂNCIA, E QUALQUER ATIVIDADE CULTURAL CONTRA PRECONCEITOS É VÁLIDA", Paulo Autran