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Dito & Feito: MEDO DA PAPUDINHA!

Depois da derrota de Flávio nas urnas, Jair Bolsonaro volta a ter soluços e taquicardia

Charge de Mário Adolfo

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que se encontra em prisão domiciliar, condenado a Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado, estava bonzinho, não vinha sentindo nada, Bastou o filho Flávio Bolsonaro perder a eleição e ver cair por terra sua chance de ganhar liberdade no início do ano, pra ele voltar a solução e ter taquicardia.

Em relatório semanal enviado ao Supremo Tribunal Federal, a equipe médica que atende o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) informou que ele apresentou recorrência do quadro de taquicardia entre os dias 27 e 29 de outubro, além de intermitência nos episódios de soluços, principalmente durante a noite, segundo publicou Carta Capital.

O documento foi enviado na tarde desta sexta-feira 30 ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo que condenou o imbroxável.

Há alguns meses que Bolsonaro não apresentava instabilidade no seu quadro. No mês de outubro, por exemplo, as informações prestadas ao STF nos dias 2, 9, 16 e 23 afirmam que Bolsonaro encontrava-se em estado regular, apresentando, apenas na tarde do   dia 2, um episódio de taquicardia “de curta duração e melhora espontânea

Entretanto, no último domingo 25, o filho 01 de Jair, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), foi derrotado por Lula (PT) no segundo turno, que se candidatou à reeleição e obteve mais de 64 milhões de votos. E aí voltou tudo de novo. Ou Jair está fingindo pra não retornar à Papudinha?

Passando mal

Atualmente, Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília. Moraes concedeu o benefício devido ao estado grave de saúde no qual o ex-presidente se encontrava quando esteve custodiado na Papudinha.

O estranho é que Jair só passa mal quando surge algum sinal de que poderá retornar à Papudinha. Daí porque é melhor dizer que “ainda não melhorou”.  

Ratada de Micheque

A ex-primeira-dama e senadora eleita Michelle Bolsonaro (PL) publicou nesta sexta-feira (23) uma foto em que o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece deitado no sofá de tornozeleira eletrônica. Michelle apagou a imagem e postou uma similar horas depois, sem mostrar o marido.

Ops!... Apaga rapidão!

A foto mostrava uma das cachorras do casal brincando com um brinquedo que, segundo a ex-primeira-dama, foi dado pelo médico Claudio Birolini, um dos médicos de Bolsonaro. "Meg amou o presente que ela ganhou do dr. Claudio Birolini", escreveu Michelle nos stories do Instagram.

Do Carmo solta os cachorros

Depois de perder a eleição e ser processada pelo governador eleito Omar Aziz (PSD),  a empresária Maria do Carmo Seffair Lins vem atirando pra tudo que é lado. A última dela é processar a militante do Psol Beatriz Lopes pela publicação de uma fotografia que não diz nada.

Publicada  as redes sociais, A imagem em questão retratava materiais promocionais de campanha da política armazenados em uma propriedade.  

Mas por que a irritação?

Mas por que essa fotografia  deixou Maria tão irritada?

Isso até agora  ninguém sabe responder. Nem a assessoria da candidata derrotada e nem mesmo a militante do PSol processada por publicar a foto.

Repercussão negativa

Beatriz se limitou a dizer que  o registro fotográfico acabou repercutindo nacionalmente e foi compartilhado por diversas outras pessoas na capital amazonense.

O departamento jurídico de Maria do Carmo  intimou a jovem sob a acusação de práticas criminosas atreladas à divulgação daquela imagem.

Perseguição política

Em suas redes sociais e em vídeos publicados no Instagram e reportados por portais locais, Beatriz Lopes classificou a ação como "perseguição política" e "tentativa de intimidação". Ela conta com o suporte jurídico do PSOL para enfrentar o caso.

Trump teme impeachment

O terceiro impeachment de Donald Trump pode estar entre as consequências de uma eventual derrota do Partido Republicano nas Midterms, as Eleições de Meio de Mandato.

O próprio presidente dos Estados Unidos se mostrou preocupado com a possibilidade durante um evento com republicanos do Congresso em janeiro deste ano:

— Temos que ganhar as Midterms, porque, se não ganharmos, eles vão encontrar um jeito de fazer um impeachment. Eu vou sofrer um impeachment –, afirmou.

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Nos EUA, diferentemente do que acontece no Brasil, a aprovação de um impeachment não equivale necessariamente à remoção do presidente do cargo.

Preside te em queda

As pesquisas indicam que Donald Trump e o Partido Republicano têm grandes chances de sofrer uma derrota acachapante, perdendo o controle da Câmara dos Representantes e, possivelmente, do Senado.

O apoio ao presidente está em queda em todas as questões. Segundo a revista The Economist, apenas 34% dos entrevistados aprovam a presidência de Trump, enquanto 61% se opõem às suas políticas.

Cassação à vista

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pode perder o mandato no Senado Federal antes do término de sua legislatura, previsto para 31 de janeiro de 2027.

Após deixar o Brasil e seguir para os Estados Unidos, onde chegou na quarta-feira (28) passada, o parlamentar corre o risco de ultrapassar o limite de faltas permitido pela Constituição Federal.

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A saída do país, por si só, não provoca a perda automática do cargo. Entretanto, caso Flávio permaneça no exterior sem apresentar justificativas aceitas pelo Senado, poderá atingir o limite de ausências ainda em dezembro.

O que diz a Constituição

O artigo 55, inciso III, da Constituição Federal estabelece que deputados e senadores estão sujeitos à perda do mandato quando deixam de comparecer a um terço das sessões ordinárias da respectiva Casa Legislativa durante o ano, salvo em situações de licença ou missão oficialmente autorizada.

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Até quarta-feira (28), o Senado havia realizado 48 sessões deliberativas em 2026. Outras 25 estavam previstas até o recesso de dezembro.

Já tem 11 faltas

Segundo levantamento publicado pelo UOL, o senador já acumulava 11 faltas não justificadas em sessões deliberativas ao longo de 2026.

Com a possibilidade de novas ausências nas próximas semanas, ele poderá atingir o limite constitucional antes do recesso parlamentar.

As eleições de 2026 produziram uma mudança significativa entre os principais nomes da representação evangélica no Congresso Nacional. Dos cinco deputados que se revezaram na presidência da Frente Parlamentar Evangélica desde 2018, apenas um conseguiu retornar à Câmara dos Deputados: Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) foi reeleito, enquanto outros quatro nomes que ocuparam o comando da bancada ficaram fora da próxima legislatura.

Nem a fé salvou

O deputado amazonense Silas Câmara  (Republicanos-AM) é um dos quatro parlamentares evangélicos que perderam a eleição de 2026. Os números da urnas apontam para uma mudança significativa entre os principais nomes da representação evangélica no Congresso Nacional.

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Dos cinco deputados que se revezaram na presidência da Frente Parlamentar Evangélica desde 2018, apenas um conseguiu retornar à Câmara dos Deputados: Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) foi reeleito, enquanto outros quatro nomes que ocuparam o comando da bancada ficaram fora da próxima legislatura.

 Sóstenes, catita gulosa

Agora veja só, o único que se deu bem foi justamente aquele  em cujo apartamento/flat, a Polícia Federal encontrou cerca de R$ 468 mil  em espécie, em notas de cem guardadas em um saco plástico dentro de um guarda-roupa do parlamentar,  em Brasília.

Quando a imprensa detonou o escândalo, Sóstenes disse, cinicamente,  que “é sempre bom ter um dinheirinho em casa”.

Quem dançou?

A eleição 2026 mandou pra casa parlamentares com trajetórias construídas ao longo de anos dentro do Congresso e de suas respectivas denominações religiosas. Gilberto Nascimento (Pode-SP), que ocupava a presidência da bancada, não conseguiu uma vaga e ficou como suplente. Cezinha de Madureira (PL-SP), ligado à Assembleia de Deus Madureira, também não foi reeleito. Silas Câmara (Republicanos-AM), que acumulava quase três décadas de atuação na Câmara, perdeu a disputa.

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Eli Borges (PL-TO), outro nome tradicional da bancada, deixou a disputa por uma vaga de deputado federal para concorrer ao Senado, mas terminou em terceiro lugar no Tocantins.

Trocaram a Bíblia...

O movimento chama atenção porque ocorre justamente em um momento de forte presença do eleitorado evangélico na política brasileira. A perda de espaço desses parlamentares, portanto, não representa necessariamente uma diminuição da participação evangélica no Legislativo. O que as urnas indicam é uma mudança nos nomes, nas estratégias de comunicação e nas formas de construção de liderança política dentro desse segmento.

...pelas redes sociais

A eleição também evidenciou a força de uma nova geração de políticos evangélicos que utiliza as redes sociais como principal instrumento de comunicação. Parlamentares e candidatos que construíram parte significativa de sua projeção no ambiente digital conseguiram transformar audiência em votação e ampliar sua presença no Congresso. Entre os nomes de maior destaque estão Nikolas Ferreira (PL-MG), Lucas Pavanato (PL-SP) e André Fernandes (PL-CE), que figuraram entre as maiores votações para a Câmara em seus respectivos 

PETRÓLEO É DE ALTÍSSIMA QUALIDADE – Com o declínio natural do Pré-Sal, a Foz do Amazonas é vista como a chave para manter o Brasil autossuficiente e exportador

 

Até nisso Lula dá sorte. O petróleo descoberto pela Petrobras no poço Morpho (bloco FZA-M-59), na Bacia da Foz do Amazonas, é de altíssima qualidade, sendo classificado como um óleo leve, com potencial de ser superior ao do pré-sal brasileiro e comparável ao petróleo produzido na Guiana e em Urucu (AM).

De acordo com as análises, é um petróleo leve (com alto grau API semelhante ao da Guiana, que varia entre 32° e 34°). Óleos leves fluem com mais facilidade e exigem menos energia e equipamentos pesados para a extração. Diretores da Petrobras indicam que a qualidade pode ser melhor que a do pré-sal (cujo API gira em torno de 28° a 30°) e muito superior ao óleo mais pesado da Bacia de Campos.

As recentes descobertas de petróleo no poço Morpho, na Bacia da Foz do Amazonas, têm um impacto estratégico vital para o futuro das reservas brasileiras, funcionando principalmente como uma garantia de soberania e segurança energética a partir da próxima década.

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O principal motivo do otimismo da Petrobras é a recomposição das reservas nacionais. Os campos do Pré-sal (nas bacias de Santos e Campos), que hoje sustentam o recorde de produção brasileiro, devem atingir o seu pico de produção por volta de 2030 e, a partir daí, iniciar um declínio natural. A Foz do Amazonas é vista como a chave para manter o Brasil autossuficiente e exportador após esse período.

ORGULHO

Pandora: a foto vencedora do Grande Prêmio Global Greenstorm Photography

Um brasileiro ganhou o 1º lugar mundial de fotografia com uma imagem espetacular do Cerrado. O fotógrafo e geógrafo Márcio Cabral, de Brasília (DF), venceu o Grande Prêmio Global do 17º Greenstorm Photography Festival, uma competição internacional que recebeu 14.513 fotografias de participantes de 177 países. A imagem vencedora, chamada Pandora, foi feita na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, e mostra o arco da Via Láctea sobre um campo de flores sempre-vivas, plantas típicas da região. Pela conquista, o brasileiro recebeu o prêmio principal de 10 mil dólares.

A vitória foi anunciada em 20 de agosto de 2026, durante uma cerimônia na Mongólia, mas foi divulgada agora na imprensa brasileira. Formado em Geografia pela Universidade de Brasília (UnB), Márcio contou que a fotografia levou quase uma década para ficar pronta e que a intenção era mostrar ao mundo uma beleza pouco conhecida do Cerrado brasileiro. 

VERGONHA

Alberto Neto embarcou nos "100% Zona Franca", de Flávio Bolsonaro

Depois de ser derrotado nas eleições para o senado, o deputado  Alberto Neto (PL-AM) segue com a ladainha de culpar o presidente Lula por tudo. Talvez até pra imitar seu ídolo, Flávio Bolsonaro, outro derrotado.    Em outubro de 2026, o parlamentar questionou decisões da Justiça Eleitoral — como a prorrogação do horário de votação pelo ministro Cristiano Zanin — e comparou o processo e a vitória de Lula ao “cenário político da Venezuela”. É preciso perguntar ao deputado bolsonarista de extrema-direita se quando se elegeu deputado federal, ele achava que o cenário também era o da Venezuela? Em agosto de 2026, o deputado criticou as prioridades do governo federal, afirmando que a gestão envia forças de segurança para fiscalizar agricultores, garimpeiros e pescadores, mas omite-se no combate a narcoterroristas, guerrilheiros e na proteção de fronteiras.

Ué, o mito do Alberto foi presidente durante quatro anos, então ele não combateu o narcotráfico nas fronteiras?

  Em junho de 2025, Alberto Neto apontou o descaso e a falta de compromisso do governo Lula com a pavimentação e recuperação da BR-319, alertando para os impactos do isolamento do estado do Amazonas. E agora que Lula está asfaltando a estrada, ele reconheceu isso publicamente?

OUTRAS PALAVRAS

“PELA DEMOCRACIA. PELOS POVOS INDÍGENAS. PELA AMAZÔNIA. PELA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. PELA CULTURA. PELA LIBERDADE DE SER QUEM SOMOS. POR UM BRASIL SEM FOME, COM DIGNIDADE PARA TODOS. PELA VIDA E PELO NOSSO FUTURO. VOTE LULA. VOTE 13”, Madonna (Pedindo votos para Lula)
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