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Loren Lunière é lançada como candidata a deputada estadual pelo PSD no Amazonas

Produtora cultural e ex-conselheira municipal, Loren afirma que pretende levar à Assembleia Legislativa as demandas da cultura e da economia criativa, setores que buscam ampliar representação política

Foto: Divulgação

Representantes da cultura e da economia criativa do Amazonas decidiram apostar em uma candidatura própria para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa nas eleições de 2026. A escolhida foi a produtora cultural e ex-conselheira municipal de Cultura Loren Lunière, que teve a candidatura oficializada pelo PSD durante a convenção que confirmou Omar Aziz como candidato ao Governo do Amazonas e Alessandra Campêlo como candidata a vice-governadora. 

Com cerca de 20 anos de atuação na área cultural, Loren afirma que pretende levar para a Assembleia Legislativa as demandas de trabalhadores da cultura, da economia criativa e de segmentos que, segundo ela, têm pouca representação política no estado. A candidatura também marca a tentativa do setor de ampliar sua participação nos espaços de decisão. 

Produtora cultural, Loren integrou o Conselho Municipal de Cultura de Manaus por dois anos. No período, participou de discussões sobre políticas públicas para o setor e passou a defender maior transparência na gestão cultural e ampliação do diálogo entre artistas, produtores e o poder público. 

Segundo a candidata, uma das prioridades será construir, ao longo da campanha, um conjunto de propostas voltadas ao fortalecimento da cultura e da economia criativa, que serão debatidas com o PSD e representantes do segmento antes de serem apresentadas ao eleitorado. 

“A cultura gera emprego e renda todos os dias, muito além dos grandes eventos. Quem monta palco, trabalha no audiovisual, na música, no teatro, na moda e no cinema também movimenta a economia e precisa ter voz nas decisões políticas. Quero levar essa realidade para a Assembleia Legislativa", assinala Loren.

Durante a convenção, Loren afirmou que a cultura movimenta uma cadeia produtiva que vai além dos grandes eventos, envolvendo profissionais de áreas como música, teatro, cinema, audiovisual, moda, montagem de eventos e fotografia. “Todo esse ecossistema da cultura gera emprego e renda, direto na base social, e é por eles que vamos trabalhar”, declarou. 

Ela também defendeu maior presença dos trabalhadores da cultura na política e afirmou que pretende atuar pelo cumprimento dos instrumentos de fomento previstos na Constituição do Estado. 

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