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Polícia encontra quetamina com a família de Djidja; veja

Mandado de busca e apreensão foi cumprido pela Polícia Civil

Usada em humanos, a substância induz um estado de transe, proporcionando alívio da dor, sedação, perda de memória e efeitos psicodislépticos (alucinação).

A prisão da família de Djidja Cardoso revelou detalhes que os próprios parentes já diziam em áudios revelados após a morte da ex-sinhazinha: o uso excessivo de quetamina, uma substância utilizada como anestésico em humanos e animais, mas que também é usada pelos seus efeitos 'recreativos'.

A tia de Djidja, Cleomar Cardoso, chegou a fazer uma postagem dizendo que a casa da irmã, Cleusimar Cardoso Rodrigues, havia se tornado uma cracolândia. "Toda vez que tentávamos internar a Djidja,  éramos impedidos pela mãe e pela quadrilha de alguns funcionários que fazem parte do esquema deles A mãe dela sempre dizia pra nós não interferirmos na vida deles e que ela sabia o que estava fazendo, ficamos de mãos atadas", afirmou.

A cetamina ou quetamina é vendida sob denominações comerciais como Dopalen, Cetamin, Ketalex, entre outros. Caixas e frascos de Dopalen e Cetamin ficaram bastante visíveis quando a polícia apreendeu o material e os colocou sobre a calçada durante as buscas na casa da família.

Quetaminas de várias marcas foram encontradas.

A droga

Sintetizada em 1962 pelo farmacêutico Calvin Stevens, no laboratório Parke & Davis, a quetamina é usada como anestésico em humanos e animais, sendo facilmente encontrada como medicamento veterinário.

Seus efeitos dependem da dosagem, mas, em geral, a quetamina possui uma ação dissociativa, que pode causar no paciente, além da anestesia, efeitos colaterais como sensação de estar desconectado do próprio corpo, alucinações, sentir como se estivesse sonhando, entre outros.

Como droga recreativa, ela é frequentemente usada por esses efeitos. Outros efeitos recreativos são elevação do humor (euforia), alterações na percepção, sensações eróticas e sensação de empatia.

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